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O caso de um homem que ficou conhecido como “viúvo do twitter” se tornou um dos assuntos virais da semana nas redes sociais após sua suposta amante expor o caso dos dois.
Há alguns meses, um fotógrafo começou a compartilhar sua tristeza com os seguidores após o falecimento de sua esposa e mãe de sua filha. Ela sofria de uma rara síndrome pulmonar e morreu vítima de uma embolia.
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Depois da tragédia, ele começou a publicar fotos e vídeos da esposa de forma triste e melancólica. Muitas pessoas deram apoio a ele e as publicações viralizaram.
Porém, na última segunda-feira (17), uma publicitária apareceu no Twitter dizendo ter uma relação extraconjugal com ele há quase um ano. Segundo ela, o fotógrafo tinha prometido colocar um ponto final em seu relacionamento e isso fez com que a publicitária terminasse com seu esposo. As informações são do colunista Leo Dias.
“Desde que nos conhecemos, ele me assegurou repetidamente que estava em processo de separação e que desejava construir uma vida comigo. Ele expressou seus sentimentos, compartilhou seus planos futuros e afirmou que estava em transição de seu relacionamento atual”, afirmou a suposta amante.
Após ela expor a suposta traição, os internautas também vasculharam o passado dela recuperaram um tweet da época das eleições de 2022 com a seguinte mensagem: “Pego seu marido e estou com Lula”.
Depois de uma onda de críticas, ela fechou seu perfil e ele preferiu excluir seu Twitter.
Defesa
O fotógrafo se pronunciou por meio de suas advogadas e disse que “há provas de que as informações passadas pela suposta amante não condizem com a realidade dos fatos”. Veja a nota abaixo na íntegra. As informações são do portal O Globo.
“As advogadas de B., Dra. Camilla Xavier e Dra. Isabella Meijueiro, sócias do Meijueiro Advogados, informaram que há provas de que as informações passadas por L. não condizem com a realidade dos fatos e que as medidas judiciais estão sendo tomadas, sobretudo, para que os veículos de informação sejam impedidos de compartilhar notícias falsas.
A pedido do Sr. B., que está muito abalado com a superexposição, poupará a divulgação de detalhes sobre a vida íntima do casal. As informações que estão sendo veiculadas trata-se de grave ofensa à honra de pessoa falecida há 5 (cinco) meses, em que há uma família em luto e uma menor que merece ser resguardada neste momento de dor.
Isto porque, a violação à honra da pessoa falecida produz profundos efeitos no meio social. No caso em apreço, a violação está causando dor aos familiares e amigos da falecida, além de contribuir para um cenário de baixa efetividade da proteção dos direitos de personalidade.
O direito visa justamente o oposto: proteger ao máximo os atributos essenciais à condição humana. Daí a necessidade de se proteger post mortem a personalidade, sobretudo à honra, que resguardará a legitimidade para pleitear a adoção das medidas necessárias a inibir, interromper ou remediar a violação, como preconiza o art. 12, caput e parágrafo único do Código Civil Brasileiro”.