Através de comunicado, a ArcelorMital Tubarão afirma ter encontrado a origem do “pó brilhante”, após reclamações de moradores da Comunidade de Praia de Carapebus. De acordo com a empresa, a “possível causa” é o peneiramento do briquete (aglomerado gerado por coproduros da empresa e reciclado na produção do aço) em um de seus pátios e garante ter suspendido as atividades relacionadas ao produto.
“Esse peneiramento foi realizado em virtude da planta de produção de briquete estar voltando de uma parada programada para obras de investimentos ambientais, previstos no Termo de Compromisso Ambiental (TCA), o que ocasionou uma concentração de finos a maior na produção de briquetes, necessitando de um peneiramento adicional para reciclagem interna”, diz parte do comunicado.
A Arcelor também diz que os componentes do briquete não são considerados perigosos, segundo laudos emitidos por um laboratório independente, “seguindo a norma da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)”.
“A ArcelorMittal Tubarão lamenta eventuais incômodos causados à comunidade de Praia de Carapebus e ratifica seu compromisso com a questão ambiental e respeito à sociedade”, afirmam.