A despedida do empresário Camilo Cola foi marcada com homenagens de familiares, amigos, empresários e políticos neste domingo (30). O velório aconteceu na fazenda Pindobas, em Venda Nova do Imigrante, onde ele isolou no durante o último ano devido à pandemia da Covid-19.
Durante a cerimônia, foi feita uma homenagem com tiros de guerra e a esposa, Maria Luzia Gonçalves Borges, recebeu uma bandeira nacional em honra à atuação de Camilo Cola ao exército brasileiro.
Houve uma celebração religiosa ainda na fazenda antes do cortejo até o cemitério onde, por volta das 16h, Camilo foi sepultado.
Assessor e amigo de Camilo, Alberto Moreira trabalhava com ele há 45 anos. Estava presente nos últimos momentos do empresário, que faleceu no sábado (29).
“Aconteceu por volta de 21h50, ele começou a sentir um desconforto e me chamou. A neta dele tinha acabado de chegar para passar o fim de semana e pôde estar com ele em vida”, recorda.
Há 45 anos trabalhando com Cola, Alberto recorda a trajetória do amigo.
“Ele sempre buscou construir em benefício do País, do nosso estado, da nossa cidade. Questionado sobre ir para São Paulo, dizia que lá já tinha muito empresário para empregar as pessoas e que o Espírito Santo precisava também empregar os seus filhos”, conta Moreira.
O governador Renato Casagrande também destacou a contribuição do empresário para o Estado, que não se limita ao seu tempo de vida.
“Me lembro de conversar com ele com 91 ou 92 anos, e ele falando de projetos para daqui 50 anos. Então ele não estava limitado à sua vida. Estava sempre planejando coisas para o seu local, para o Estado e para o nosso País. Ele tentou contribuir em diferentes frentes de trabalho, e parte deixando esse legado”, disse Casagrande.
