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Bombeiro sobrevive a queda de parapente e agradece resgate no ES

A vítima agradeceu a equipe de resgate e destacou a agilidade da operação

Bombeiro que sobreviveu a queda de parapente fraturou dez ossos e teve múltiplas escoriações
Foto de perfil de Clóvis Rangel

Clóvis Rangel

Clóvis Rangel é publicitário e jornalista formado pela Faculdade Pitágoras. Pós-graduado em Redes Sociais e em Sociologia, atua como especialista na editoria de variedades. É repórter do jornal A Tribuna e do portal Tribuna Online, além de professor de Marketing.

Última atualização



O bombeiro militar Carlos Souto, do Rio de Janeiro, sobreviveu a uma queda de parapente em Castelo, no Espírito Santo, e usou as redes sociais para agradecer às equipes capixabas pelo atendimento.

Souto foi resgatado por bombeiros e transportado de helicóptero pelo Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer) até um hospital em Cachoeiro de Itapemirim. Depois de estabilizado, seguiu para tratamento no Rio de Janeiro, onde permanece em recuperação. O acidente aconteceu em 13 de agosto, na região da Pedra dos Cabritos, e deixou fraturas em dez ossos, além de múltiplas escoriações.

Nas redes sociais, o militar disse que considera a data como um novo aniversário. “Não foi sorte, sempre foi Deus. O medo cega nossos sonhos, mas sigo com a cabeça erguida e fé, mesmo de cama, consolidando os ossos quebrados”, escreveu.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima conseguiu acionar o socorro informando que havia caído em uma área de mata. Ele relatou ter perdido o controle do parapente e atingido uma encosta de pedra. O local era de difícil acesso, o que exigiu o apoio aéreo do Notaer para a retirada.

O militar teve fraturas em sete costelas, uma das tíbias e duas fíbulas. Ao agradecer pelo resgate, destacou a rapidez da operação: “O atendimento foi essencial para minha vida. Também recebi todo o apoio da minha corporação”. 



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