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Bombeiros procuram dono de cadela resgatada do alto de um barranco

Militares do Corpo de Bombeiros estão fazendo uma campanha para encontrar o dono de uma cadela que foi resgatada pela equipe do alto de um barranco, ...

Os bombeiros afirmam que a cadela é muito mansa e sem uma raça definida. Como estava de coleira, eles acreditam que o animal possa ter fugido da casa do dono.

Última atualização

Militares do Corpo de Bombeiros estão fazendo uma campanha para encontrar o dono de uma cadela que foi resgatada pela equipe do alto de um barranco, no bairro Guandu, em Cachoeiro de Itapemirim.

O animal foi resgatado na última sexta-feira (2). Segundo os militares, a cadela estava presa havia dois dias num barranco situado na rua Bernardo Horta.

Os bombeiros afirmam que a cadela é muito mansa e sem uma raça definida. Como estava de coleira, eles acreditam que o animal possa ter fugido da casa do dono. (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

Alguns moradores chegaram a tentar retirar o animal, que estava chorando e latindo, porém não conseguiram, uma vez que o local é de difícil acesso. Para ter acesso ao animal, os militares precisaram usar uma corda.

De acordo com os militares, logo após retirar o animal, ele foi levado à Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), porém a equipe foi informada que o local está lotado e só recebe animais feridos ou doentes.

Sem alternativa, os bombeiros levaram o animal até a sede do 3º Batalhão, no bairro Marbrasa, onde continua sob os cuidados dos militares até esta quinta-feira (26).

Os militares fizeram vaquinha para comprar ração para a cadela. E informaram que já existe outro animal mantido no batalhão, chamada de Pretinha

Os bombeiros afirmaram que a cadela é muito mansa e sem uma raça definida. Como estava de coleira, eles acreditam que o animal possa ter fugido da casa do dono.

Com relação à Vigilância de Zoonoses, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) contestou a informação de que não havia vagas na unidade. No entanto, ressaltou que o órgão não recebe animais sadios.

Ainda, segundo a Semus, o órgão se baseia em portaria de 2014 do Ministério da Saúde de que unidades de zoonoses só devem recolher animais que representam algum risco para as pessoas.

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