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Castelo vive segunda enchente no ano

Moradores de Castelo, no Sul do estado, revivem nesta quinta-feira (10) parte do pesadelo vivido em janeiro deste ano. Após fortes chuvas que ...

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 (Foto: Divulgação)

Moradores de Castelo, no Sul do estado, revivem nesta quinta-feira (10) parte do pesadelo vivido em janeiro deste ano. Após fortes chuvas que atingiram a cidade e os municípios vizinhos, o Rio Castelo subiu cinco metros acima do nível normal, transbordou e alagou ruas, casas e comércios.

Pela manhã, uma viatura da Defesa Civil circulou pelas ruas do município alertando os moradores do risco de nova enchente, enquanto o nível do Rio Castelo subia. Por volta de 9h30, os sinos da Igreja Matriz tocaram para alertar a população.

Segundo o vice-prefeito do município, Everton Zanúncio, até às 14h08 desta quinta o nível do rio estava 1,8 metro abaixo da enchente de janeiro, que foi a pior da história.

Ruas alagadas em Castelo (Foto: Divulgação)

Barco da Defesa Civil percorreu as ruas da cidade para resgatar pessoas ilhadas em suas casas.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros também chegou ao município para reforçar o socorro às famílias.

Ruas alagadas em Castelo (Foto: Divulgação)De acordo com Everton, um empresário cedeu o helicóptero para socorrer as famílias em caso de necessidade. A aeronave está estacionada no Campo do Castelo.

Há registros de alagamentos no Centro e nos bairros Vila Isabel, Garage, Prainha, Independência, Volta Redonda, Pouso Alto, Niterói, Santo Andrezinho, Santo Agostinho, Esplanada e Baixo Itália.

Muitos comerciantes retiraram mercadorias pela manhã para evitar mais prejuízos. Também pela manhã, explicou Everton, um idoso foi retirado de sua casa no bairro Pouso Alto quando a água estava na altura da cintura.

“Nossa preocupação é que da última enchente a água atingiu o primeiro andar, onde ele reside”, explicou. O idoso foi levado para casa de parentes.

No dia 25 de janeiro, a cidade de Castelo viveu a pior enchente da história. Na ocasião, 50 casas foram destruídas, dezenas de comerciantes perderam mercadorias, 150 pessoas ficaram desabrigadas e outras 1,8 mil desalojadas.

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