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Desastre em Iconha: veja como está a cidade um ano após enchente

Após um ano de reconstrução, a situação em Iconha, no Sul do Estado, está bem melhor do que no dia 17 de janeiro do ano passado, quando uma forte ...

Município foi destruído por enchente em janeiro de 2020

Última atualização

Município foi destruído por enchente em janeiro de 2020 (Foto: Alessandro de Paula)

Após um ano de reconstrução, a situação em Iconha, no Sul do Estado, está bem melhor do que no dia 17 de janeiro do ano passado, quando uma forte chuva deixou um rastro de destruição em todo município.

Nos dias que se seguiram após a chuva, voluntários do município e de cidades vizinhas se uniram àqueles que perderam tudo para ajudar a limpar a lama e recuperar os bens danificados pela chuva.

Reconstrução do município (Foto: Alessandro de Paula)

Prefeituras vizinhas cederam máquinas, o Exército enviou ajuda e Bombeiros, Defesa Civil e outros órgãos também colaboraram.

Ao todo, o governo estadual reconstruiu oito pontes arrastadas pela enchente e fez obras de contenção e melhorias de estradas. O governador Renato Casagrande informou que foram investidos R$ 130 milhões na recuperação da cidade.

Município foi devastado por enchente (Foto: Alessandro de Paula)

Apesar das melhorias, ainda há vestígios dos estragos. As pontes, por exemplo, ainda precisam das cabeceiras. O prefeito Gedson Paulino, que assumiu o município neste ano, anunciou que até o próximo mês vai abrir o processo para iniciar as obras.

“Todo município foi atingido. Retornamos obras de recuperação das ruas afetadas. Estamos nos empenhando para retomar o rumo e o caminho do desenvolvimento de nossa cidade”, disse Gedson.

Reconstrução do município de Iconha (Foto: Alessandro de Paula)

Um dos locais mais afetados, o Hospital e Maternidade Dr Danilo Monteiro, devastado pela chuva, está funcionando depois de ficar quatro meses fechado.

“Em 20 minutos a água já estava em nossa cintura”, lembrou a enfermeira Mariana Cardoso Donateli Lima, 36 anos.

A técnica Lesângela Casteglione Ferreira Paulino, 44, conta que os pacientes foram levados para o segundo andar. Da janela, ela pode ver caminhões e carros sendo levados. “A gente rezava, chorava e pedia a Deus”, lembrou.

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