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Descobertas da ciência para ser mais feliz

Felicidade Porto Lobianco, 22, fica feliz quando as pessoas dizem que ela realmente transmite alegria de viver. Foto: Thiago Coutinho/AT A busca pela ...

Última atualização

Felicidade Porto Lobianco, 22, fica feliz quando as pessoas dizem que ela realmente transmite alegria de viver. Foto: Thiago Coutinho/AT

A busca pela felicidade é algo natural do ser humano. Por conta disso, inúmeras pesquisas científicas em todo o mundo tentam entender o que ela seria, como o organismo reage quando se está feliz e ainda o que fazer para o cérebro ter essa sensação.

Entre as pesquisas recentes sobre o assunto, a ciência aponta descobertas para ser mais feliz e tranquilo, como buscar um significado para a própria vida, sempre ter objetivos a serem alcançados e até mesmo tirar uma simples soneca.

A pesquisadora e escritora norte-americana Susan Andrews, que estuda a área e é doutora em Psicologia, explicou que um dos achados fundamentais da ciência hedônica – que estuda a felicidade – tem sido a importância da conexão harmoniosa com os outros.

“Incontáveis estudos mostram que pessoas que são casadas, que têm bons amigos e que são próximas das suas famílias são mais felizes. Então o segredo para se ter uma vida feliz é dar e receber muito amor. E ainda manter uma prática diária – mesmo se for somente alguns minutos por dia – de relaxamento e meditação.”

O médico, psicólogo e master trainer em Programação Neurolinguística Roberto Debski frisou que estudos mostram características importantes para se ter felicidade durante a vida. “É essencial valorizar os ganhos mais do que as perdas, olhar de maneira positiva para a vida, cultivar o que há de melhor em si e sentir-se útil para os outros. Essas são algumas atitudes já comprovadas.”

A diretora geral e fundadora da Ginástica do Cérebro Franquias, Nadia Benitez, frisou que é possível treinar o cérebro para ser feliz. “Ter metas de curto prazo é importante. Praticar esportes pode se tornar um hábito e, com o tempo, um prazer. Nosso cérebro não sabe o que é real e o que não é, por isso sofremos quando temos pesadelos, e temos que aproveitar para forjarmos nossas emoções.”

A psiquiatra da MedSênior Mariana Herkenhoff destacou que se alimentar bem, ter uma vida sexual ativa e saudável, pensar de forma positiva e meditar também são hábitos apontados pela ciência como fonte de bem-estar.

 

Kelly Kalle

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