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Despedida em clima de união para cuidar dos quíntuplos capixabas

Jayme Reisen, 40, foi enterrado em Vila Velha com aplausos. Ele lutava contra um câncer agressivo desde o ano passado

Enterro de Jayme (destaque) contou com homenagens e aplausos de amigos e familiares

Última atualização

O enterro do comerciante Jayme Reisen, 40 anos, foi marcado pelo compromisso de amigos e familiares em uma corrente para cuidar dos quíntuplos capixabas –  Laís, Bella, Beatriz, Jayme e Benício, de 3 anos. 

A esposa dele, a advogada Mariana Mazzelli, 39, declarou que é pelas crianças que vai  sempre honrar a missão que Jayme deixou. 

“A missão de cuidar, amar e proteger os nossos filhos será o combustível para eu ficar bem, mesmo que agora seja um momento difícil. Vamos honrar esse compromisso com a ajuda da nossa família e dos amigos, que eram para ele como irmãos. Eu só tenho a agradecer por tudo”, disse Mariana.

 
















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Jayme foi enterrado ontem, no cemitério Parque da Paz, em Vila Velha, com uma longa salva de palmas e muitas lágrimas.  Para os amigos, a imagem que fica de Jayme é de um homem  alegre, que mesmo enfrentando o câncer não deixou de viver. 

“Uma palavra que define  Jayme para nós é a alegria. A alegria de viver,  enfrentar as situações do dia a dia. Ele tinha uma energia muito boa. Nosso choro não é de tristeza, é de saudade, porque  Jayme vai trilhar o caminho que Deus escolheu para ele, e aqui vamos seguir com a família dele”, discursou o advogado João Vitor Guimarães. 

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Jayme morreu quarta-feira, em decorrência de um câncer que enfrentava há mais de um ano. Ele descobriu em março do ano passado o linfoma não-Hodgkin de células B em estado avançado no peritônio, uma membrana que envolve os órgãos do abdômen. 

O pai dos quíntuplos fez um tratamento chamado Car-T Cell, em São Paulo. Mas após o tratamento, ele teve uma síndrome que complicou seu quadro, paralisando o fígado e os rins.

“Ele era especial, amoroso, de um caráter único e exemplo para todos. A felicidade dele nos ensinou”, Bianca Mazzelli, 40, psicóloga.

 
















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“Ele era alto-astral, de bem com a vida, divertido e  peça fundamental no nosso grupo de amigos”, José Augusto Teixeira, 38, empresário.

 
















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