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Emoção de ser mãe aos 61 anos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica uma pessoa idosa, em países em desenvolvimento, aquela que tem 60 anos. E é nessa faixa que começa a ...

Geralda já tinha três filhos

Última atualização

Geralda já tinha três filhos (Foto: Acervo pessoal)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica uma pessoa idosa, em países em desenvolvimento, aquela que tem 60 anos. E é nessa faixa que começa a terceira idade, fase que para muitos é sinônimo de descanso e curtir os netos. Porém, para a dona de casa Geralda Pimentel, esse período tem sido de novas experiências.

Ela vive a emoção de ter sido mãe aos 61 anos, sem precisar fazer tratamento para engravidar. A filha Thais nasceu de sete meses, após uma gestação tranquila, segundo relatos da dona de casa. “Não tive problema nenhum de saúde. Minha pressão esteve normal em toda gestação. Sempre me alimentei bem, fiz exercícios e fui acompanhada por um médico obstetra de alto risco”.

Ela já era mãe de outros três filhos, de 46, 38 e 34 anos, e morava em Vitória quando engravidou da última filha. Hoje, vive em Minas Gerais.

A decisão de ser mãe com essa idade foi uma escolha de Geralda e do ex-marido. Ela relata que esperou o período fértil para engravidar. “Assim que tentei, fiquei grávida. Com 59 anos até cheguei a ficar grávida, porém no sétimo mês de gravidez fui atropelada e perdi o bebê”.

O que para muitos foi uma enorme surpresa, para ela foi algo esperado. Geralda, que teve Thais no fim de dezembro, relata que na família o caso não é inédito, já que sua avó também teve filhos após os 60, com 62 anos.

“Com a minha avó, a gravidez também foi natural, além do parto, que foi feito por uma parteira, sendo que ela teve gêmeos”, conta.

Mesmo não tendo problemas de saúde, para dar à luz, Geralda precisou realizar uma cesárea e Thais veio ao mundo aos sete meses de gestação. “Depois de ter três meninos, a Thais veio para ser a mais nova rainha da casa. Para mim é uma bênção e ainda posso amamentá-la”.

Período comum para muitas mulheres após os 50 anos, a dona de casa conta que ainda não passou pela menopausa.

Com a maternidade tardia, Geralda ressalta que tem descoberto uma nova maneira de ser mãe.

“Hoje sou uma mãe diferente de quando tive os meninos. Tenho mais tempo para passear, para curtir e brincar com ela. Quando você é jovem, é normal correr mais atrás das coisas, e mais velha você acaba tendo mais paciência. A vida te ensina muitas coisas. Descobri que existe o tempo de Deus para tudo”, afirmou Geralda.

Leia reportagem completa na edição impressa desta quinta-feira (22), do Jornal A Tribuna

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