O Conselho de Justificação da Polícia Militar considerou o tenente-coronel Carlos Alberto Foresti, culpado pela acusação de incitar o movimento grevista de policiais militares, em fevereiro de 2017, e aliciar outros policiais, com a divulgação de áudios e vídeos em redes sociais.
Agora, a decisão irá para o comandante-geral da PM, que vai encaminhar a decisão para o Conselho Estadual de Correição do Poder Executivo (CONSECOR), órgão que tem o poder de decidir se expulsa ou não o militar dos quadros da PM.
Desabafo nas redes sociais
O tenente-coronel Foresti usou uma rede social para comentar a decisão do Conselho de Justificação da Polícia Militar. “Acabei de ser informardo que fui considerado “CULPADO” pelo Conselho de Justificação da PMES a que fui submetido após o fevereiro de 2017, onde saí em defesa da tropa ferida após uma crise nervosa. OBRIGADO DE CORAÇÃO a todos vocês que acompanharam, oraram e rezaram por mim (sic) para que fosse inocentado”, diz trecho escrito por ele.
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