Infiltrados no mundo virtual e apenas esperando o momento para dar o bote certeiro, criminosos aplicam inúmeros golpes na internet. No Espírito Santo, houveram cerca de 13.962 vítimas, o que equivale a uma média de 45 pessoas enganadas por dia.
Confira alguns tipos de golpe
Instagram hackeado
O vigarista se passa pelo titular da conta e pede dinheiro. Para isso, o Instagram da vítima é hackeado e o golpista muda o nome da conta.
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Clonagem do WhatsApp
Por meio de sites de compra e venda, golpistas têm acesso aos anúncios e ao número de telefone dos anunciantes. Eles se passam por funcionários dos sites e solicitam à vítima que anunciou um produto um código para supostamente ativar o anúncio. Trata-se do código de verificação do WhatsApp.
A vítima perde o acesso ao aplicativo após digitar o código, pois os criminosos ativam a conta do WhatsApp de determinada pessoa em outro aparelho celular. Por meio dessa ativação, eles recuperam as conversas do histórico, acessam os contatos e pedem dinheiro aos parentes e amigos da vítima em nome dela.
Venda de “produtos fantasmas”
Após invadirem as redes sociais, normalmente o Instagram, os criminosos se passam pelo dono da conta e fazem publicações anunciando TVs, geladeiras, celulares, máquinas de lavar, entre outros produtos, em ótimo estado de conservação. Eles utilizam desculpas para justificar os preços baixos e enganar compradores.
Ao ver o anúncio, o interessado entra em contato e combina a compra. Com isso, o golpista envia a forma de pagamento – geralmente chave pix. Diante da transação efetuada com sucesso, ele bloqueia a vítima.
Falso empréstimo
Com ofertas tentadoras, os golpistas fazem anúncios em sites, redes sociais ou pelo WhatsApp. Eles alegam que, para que o crédito seja liberado, é necessário pagar uma taxa.
Falso emprego
Golpistas enviam mensagens principalmente pelas redes sociais, mas também por SMS, para os alvos. Para atrair as vítimas, os bandidos dão valores atrativos de remunerações.
Golpe do falso boleto
Um golpista envia um boleto fraudulento à vítima por e-mail e até via carta física.
O boleto costuma vir com uma cobrança urgente e indicando que, caso o pagamento não seja efetuado, a vítima pode ter o nome sujo na praça ou até contas bloqueadas.
Aparentemente, o documento parece ser legítimo, porém, quando observados alguns detalhes, como código de barras e logotipo da empresa falhado e beneficiário de nome desconhecido, é possível notar que o boleto é falso.
Fonte: Polícia Civil.