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“Eu vim salvar os meus animais, o resto a gente reconstrói”, disse moradora

Quem presenciou o incêndio em um depósito de artigos de couro, no bairro Vila Rubim, em Vitória, ficou assustado com o tamanho das chamas e com a ...

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Bombeiros seguem no combate às chamas (Foto: Leonardo Bicalho / AT)

Quem presenciou o incêndio em um depósito de artigos de couro, no bairro Vila Rubim, em Vitória, ficou assustado com o tamanho das chamas e com a densidade da fumaça que saía da loja e do prédio de 12 andares, ao lado do estabelecimento. 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo teve início no depósito e se alastrou até a loja de Couros e Decorações (em frente ao depósito), depois até o 1° e o 2° andares do Edifício Sassini de 12 andares (fica ao lado da loja) e cerca de duas residências também foram atingidas. As chamas começaram por volta das 15h30.

Moradores do prédio e de residências próximas ao local contaram um pouco do desespero de presenciar o incêndio. A secretária Sidelia Oder, de 50 anos, disse o que viu ao passar pelo local enquanto estava no ônibus. “Era uma fumaça muito preta, um cheiro muito forte. Quando chegou no ponto da rodoviária, uma mulher entrou no ônibus dizendo que o fogo começou por volta das 15h”.

Eliene Brito (vídeo abaixo), de 61 anos, mora no Edifício Sassine e lembrou dos momentos de desespero ao tentar salvar o filho, que estava dormindo na hora. “Eu chamei meu filho, ele estava dormindo porque tinha chegado do serviço, aí eu saí correndo”.

Alessandra Premoli, de 24 anos, estava no trabalho quando descobriu sobre o fogo. A primeira reação foi correr para casa, que fica atrás do Sassine, para salvar os animais de estimação.

 (Foto: Leone Oliveira/AT)“Eu saí correndo do meu trabalho e vim correndo só pra tentar resgatar os meus bichos. São três cachorros e dois gatos, mas os gatos ficaram pra trás. Agora eu tenho que dar um jeito de voltar pra resgatar eles”, explicou.

A jovem ainda contou que a casa onde mora, ainda não foi atingida pelas chamas, mas se o prédio desabar, ela perde tudo. “A minha única preocupação são os meus bichos, porque o resto a gente reconstrói, não tem jeito”, disse.

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