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Feras em Ciências, estudantes capixabas participam de competição nacional

Entre os selecionados para a segunda fase da edição de 2020 da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), não faltam alunos de escolas capixabas para ...

Guilherme Galvêas com o pai Ricardo: conquistas começaram cedo

Última atualização

Entre os selecionados para a segunda fase da edição de 2020 da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), não faltam alunos de escolas capixabas para representar o Estado. Há escolas, inclusive, com mais de 300 alunos classificados.

O evento, realizado desde 2016, ocorreu entre os dias 6 e 7 de agosto deste ano e contou com a participação de mais de 2 milhões de estudantes de todo o País.

O exame teve a primeira etapa totalmente virtual e envolveu conteúdos de Astronomia, Biologia, Física, História e Química.

Guilherme Galvêas com o pai Ricardo: conquistas começaram cedo (Foto: Dayana Souza/AT)Um dos capixabas que fizeram sucesso na ONC foi o estudante do 3º ano do Ensino Médio do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) de Vila Velha, Guilherme Ribeiro Galvêas, de 17 anos.

Ele contou que participar da competição foi uma forma de testar conhecimentos. Como pretende cursar Medicina, tem estudado mais para as disciplinas que cairão na avaliação, como Biologia e Química. “Achei a prova um pouco difícil. Fiquei bem feliz quando soube que passei, saí contando para minha família”, relatou.

Ele afirmou que vai continuar estudando. “Acho que vou conseguir passar bem colocado, estou me dedicando bastante”, afirmou.

O pai de Guilherme, o servidor público Ricardo Assad Galvêas, de 38 anos, ficou orgulhoso com a classificação do filho. Ele afirmou que conquistas assim começaram quando Guilherme ainda estava no nono ano e decidiu se dedicar para entrar no Ifes. “É sempre bom ver que gera resultado todo o esforço dele estudando”, pontuou.

Outra aluna que chegou à segunda fase da ONC foi a Beatriz Mutz Albano, de 17 anos, do 3º ano do Ensino Médio do Ifes de Vitória. Ela contou que foi a primeira olimpíada virtual de Ciências em que participou, e que gosta das áreas de Química, Biologia e Física.

Beatriz ficou sabendo do exame por meio de uma professora do colégio em que estuda, que costuma divulgar olimpíadas da área.

Para ela, a prova estava em um nível moderado e teve pouco tempo de duração. “Fiquei muito feliz e surpresa com a classificação. Quero conseguir uma medalha e vou me esforçar para conseguir”, disse. “Passar na primeira fase sempre motiva você a estudar mais”, acrescentou.

Família comemora seleção de menino de 13 anos

Após muita dedicação, o estudante do 8º ano do Sesi Jardim da Penha, Cristiano Borsolane França Battisti, de 13 anos, também passou para a segunda etapa da ONC. Ele decidiu fazer a prova por incentivo da mãe e celebrou a conquista com a família depois do resultado.

“Tenho um aplicativo da Olimpíada que tem prova sobre o conteúdo. Estudei por ele antes do exame”, contou Cristiano, com o apoio dos pais Suziane e Giuliano e da irmã Alice.

Cristiano Battisti, 13 anos, também participa da Olimpíada: incentivo da família (Foto: Acervo pessoal)
 


SAIBA MAIS


Olimpíada Nacional

  • O que é: A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) abrange conteúdos das áreas de Astronomia, Biologia, Física, História e Química.
  • Quando: A primeira fase ocorreu em 6 e 7 de agosto. A segunda foi adiada e ainda não tem data prevista, assim como a cerimônia de premiação.
  • Quem pode se inscrever: alunos de escolas públicas e particulares, do 9º ano do ensino fundamental à 3ª série do ensino médio e da 4ª série do ensino técnico, sem curso superior.

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