
O cirurgião geral cortou o braço em um coral durante um passeio, quando visitava a cidade com a mulher, Raquel Mazzini.
“Já dizia Guimarães Rosa: ‘Deus nos dá pessoas e coisas para aprendermos a alegria… Depois retoma coisas e pessoas para ver se somos capazes da alegria sozinhos'”, diz parte da postagem de Rafael Mazzini.
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Já dizia Guimarães Rosa: ‘Deus nos dá pessoas e coisas para aprendermos a alegria… Depois retoma coisas e pessoas para ver se somos capazes da alegria sozinhos’. Acredito que esta frase representa o legado de meu querido pai. Por onde passava demonstrava afeto, carinho, alegria e um coração enorme e infalível! Sempre teve suas crenças, teimosias e manias, que o faziam único. Foi meu amigo, meu irmão, meu professor e, acima de tudo, o melhor pai que a vida poderia me proporcionar! E no fim, sempre dava um jeito de alegrar o ambiente. Diante desta irreparável perda, só tenho a agradecer por tudo que meu pai sempre me proporcionou durante toda a minha vida! Infelizmente, pais não são eternos. Sua passagem nesta vida foi curta, mas as lembranças e seu legado serão eternos! Te amo muito, pai!
Relembre o caso
O médico capixaba Francisco Mazzini, de 66 anos, estava internado em estado grave em Cancún, no México, após cortar o braço em um coral, enquanto nadava e acabou contraindo uma bactéria. O cirgurgião geral visitava a cidade com a mulher, Raquel Mazzini
A infecção evoluiu rapidamente e, dias depois, o médico foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital local.
Enzo Acha Mazzini, filho do casal, contou que o corte não foi grande e que os pais continuaram a viagem normalmente. “Na quarta-feira (26), quando eles já estavam no aeroporto para voltar ao Brasil, meu pai começou a ter choque séptico. Eles foram ao hospital e ele já ficou internado na UTI. Especialistas disseram que a evolução rápida da infecção é uma característica de bactérias encontradas em corais”.
