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Gêmeos vão viajar para curtir a vida

A vida dos gêmeos Vitor e Heitor Correa é marcada por muitas coincidências e similaridades, que vão além da aparência. Eles são tão parecidos que até ...

Vitor e Heitor Correa moram juntos, dormem na mesma cama e, também unidos, caminham na orla de Vila Velha.

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Vitor e Heitor Correa moram juntos, dormem na mesma cama e, também unidos, caminham na orla de Vila Velha. (Foto: Leone Iglesias/AT)

A vida dos gêmeos Vitor e Heitor Correa é marcada por muitas coincidências e similaridades, que vão além da aparência. Eles são tão parecidos que até as pessoas mais próximas os confundem.
Mesmo olhando os irmãos de perto, é difícil notar diferença. E eles fazem questão de confundir ainda mais as pessoas: se vestem de forma igual, têm hábitos parecidos e até dormem na mesma cama.

A história dos irmãos gaúchos que moram em Vila Velha foi contada pelo jornal A Tribuna em 2017. Hoje, aos 67 anos, eles garantem que o vínculo se reforça a cada dia e os planos juntos não param.

“Nossa meta, agora, é viajar para aproveitar a vida que temos pela frente. Nossa sintonia continua cada vez mais forte”, afirmou Heitor.

Para este ano, eles planejam viagens ao Rio de Janeiro, onde ambos têm filhos. Aliás, as coincidências estão até nos relacionamentos que os irmãos tiveram.

Ambos foram casados três vezes, com mulheres de três estados diferentes, e tiveram um filho com cada uma delas, contou Heitor, considerado por Vitor o “irmão bonzinho”.

Vitor diz que é ele quem leva o gêmeo para o mau caminho. “Até com o primeiro casamento dele eu acabei”.

Já Heitor lembrou que a avó dizia sempre que o problema dele eram as más companhias. “Estou em má companhia desde que nasci”.

A dupla não dispensa uma boa festa, gosta de pagode e apronta por causa da aparência. Um já recebeu até beijos da noiva do outro por engano. “É uma grande brincadeira isso”, garantem.

No trabalho – os dois são programadores de software –, Heitor diz que um irmão é peça fundamental para resolver alguns problemas do outro. Quando Vitor pediu demissão da empresa em que trabalhava, por exemplo, Heitor foi lá e cumpriu o aviso prévio por ele.

“Sabemos fazer a mesma coisa, então, ninguém percebeu a troca”, salientou Heitor, que também já apanhou no lugar do irmão.

“No Rio de Janeiro, tomei um soco no olho por causa de um desentendimento do meu irmão. O Vitor ainda riu”.

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