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O governo do presidente Jair Bolsonaro avalia a volta do horário de verão, encerrado em 2019. A discussão voltou porque o Ministério de Minas e Energia pediu ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estudos sobre a política, após mudanças na forma como os brasileiros consomem energia elétrica.
O objetivo é avaliar se, com este aumento da energia solar, ter o horário de verão ampliaria o uso desse tipo de energia em um horário de maior consumo, o que reduziria a pressão sobre outras fontes.
A possibilidade está sendo discutida no Ministério de Minas e Energia e no Palácio do Planalto e, neste momento, há uma tendência de retorno do instrumento usado durante décadas para economizar energia elétrica. A decisão final, porém, caberá ao Presidente.
Se for confirmado que ter o horário de verão ampliaria o uso de energia solar em horários de maior consumo, isso pode significar uma economia de água nos reservatórios, com menor acionamento das hidrelétricas. Isso é que está em análise pelo ONS.
Com o horário de verão, parte dos brasileiros adianta os relógios em uma hora entre outubro e fevereiro.
Segundo empresários do setor de turismo, o horário de verão é um importante impulso aos negócios, sobretudo em cidades litorâneas.