
Antes de ser identificado, o idoso saiu em disparada. Ele ainda sente vergonha pelo ato cometido há quase 50 anos, como relatou na cartinha que deixou no campus. Confira a íntegra:
“Em algum dia da segunda quinzena de setembro de 1969, ao deixar esta instituição, apenas por travessura, peguei este crucifixo que ficava na sala dos professores e levei como suvenir. Vez ou outra tive a intenção de devolvê-lo por arrependimento pelo ato injustificado, mas acabava não acontecendo por negligência. Hoje decidi que deveria tomar essa decisão mesmo no anonimato, como no anonimato agi, para que este crucifixo volte ao seu devido lugar. Peço perdão pelo lamentável ato. Arrependido e envergonhado, ex-aluno”.