
Apesar da Justiça do Trabalho ter determinado na terça-feira (28) que os coletivos voltassem a circular na quarta-feira (29), os rodoviários da Viação Tabuazeiro afirmam que até o momento não receberam uma previsão de pagamento dos salários e benefícios atrasados.
Os motoristas e cobradores das empresas Unimar e Grande Vitória, que também operam linhas de Vitória, aderiram à paralisação na última segunda-feira, pois carros extras estavam sendo colocados para fazer as rotas da Tabuazeiro, segundo o Sindirodoviários.
Sem ônibus municipais, o que se vê na capital são coletivos do sistema Transcol lotados, o que gera aglomeração e vai contra a recomendação dos órgãos de saúde durante a pandemia do novo coronavírus.
“Não podemos fiscalizar todos os lugares. Se está lotado, é falta de conscientização do passageiro. Se ele vê que o ônibus está lotado, é melhor esperar outro. Só conseguimos ter controle nos terminais. Nos pontos, é perigoso para o motorista ou cobrador controlar isso”, disse o secretário de Mobilidade e Infraestrutura do Estado (Semobi), Fábio Damasceno.