A Marinha do Brasil concluiu o inquérito do acidente de lancha que matou a universitária Bruna França Zocca, na baía de Vitória, no dia 25 de julho.
O inquérito teve o propósito de apurar as causas, circunstâncias e possíveis responsabilidades pelo ocorrido, mas a Marinha não deu detalhes do que foi constatado no documento.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que “o inquérito segue em andamento na Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (DDT), todas as medidas legais foram adotadas e estão tramitando dentro prazo legal. Não há atualizações que possam ser divulgadas no momento”.
Procurado, o advogado Douglas Luz, que faz a defesa de Silvino Pinafo, noivo de Bruna e dono da lancha, informou que o inquérito administrativo da Marinha ter sido concluído, “não que de falar, neste momento, sobre a conclusão dos fatos, conquanto o alusivo procedimento é apenas uma fase preliminar do julgamento a ser realizado pelo Tribunal Marítimo”.
“A defesa do Senhor Silvino continua confiando nas autoridades competentes e tem colaborado de forma crucial para a apuração das circunstâncias e causas do acidente”, complementou.
O advogado ainda destacou o sigilo sobre o teor do relatório conclusivo do inquérito “razão pela qual, aguardaremos o posicionamento do Tribunal Marítimo para que se possa analisar uma possível divulgação do mesmo”, informou.
Entenda o caso
A lancha teria colidido com uma estrutura de aço, onde navios são ancorados, no Canal do Porto de Vitória, nas proximidades da Ilha do Príncipe. A cobertura da embarcação teria sido destruída com o impacto. Entre os sete ocupantes, três pessoas ficaram gravemente feridas.
Bruna Zocca era uma das pessoas que estavam na embarcação e morreu na hora. Ela era noiva de Silvino Pinafo, empresário e dono da lancha.
