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Morte de universitária: motorista diz que piloto de moto avançou sinal

O motorista do carro envolvido no acidente que matou a universitária Aline Pretti, de 21 anos, disse que o piloto da moto em que a jovem estava ...

Aline Pretti, de 21 anos, morreu após a moto em que estava bater em um carro.

Última atualização

Universitária morreu após sofrer acidente de moto a caminho da faculdade. (Foto: Reprodução Facebook)O motorista do carro envolvido no acidente que matou a universitária Aline Pretti, de 21 anos, disse que o piloto da moto em que a jovem estava avançou o sinal vermelho.

Aline seguia para a faculdade na garupa da moto do namorado Iggor Morozesky Machado, de 23 anos, que ficou ferido no acidente.

A batida aconteceu às 7h11, no cruzamento das avenidas Carlos Lindemberg e Nossa Senhora da Penha, na entrada do bairro Ibes.

Aline e o namorado estavam em uma Yamaha Fazer 250 preta. Eles seguiam no sentido Centro de Vila Velha quando a moto atingiu o Corsa cinza que era dirigido pelo motorista de aplicativo.

“Deixei um passageiro no Ataíde e estava indo para a casa onde moro, em Santos Dumont. Era a primeira corrida do dia. Parei no sinal vermelho para atravessar a Lindemberg e entrar no Ibes. Assim que o sinal abriu para mim, comecei a atravessar e senti o impacto. Ele bateu na lateral direita da parte traseira do meu carro. Na hora eu não consegui ver muito, eu só senti. Parei para olhar o que tinha acontecido”, disse Clécio Rodrigues Barreto, de 54 anos.

Clécio afirmou que ele mesmo acionou a Polícia Militar.

Iggor, que trabalha como vendedor e estuda gastronomia, foi socorrido e levado para o Hospital São Lucas, em Vitória. O motorista foi submetido ao teste do bafômetro que deu negativo para o consumo de álcool.

O comerciante Kleidson Morozesky, de 34 anos, irmão do motociclista, esteve no local do acidente e  disse que não acredita que Iggor tenha avançado o sinal.

“Ele tem habilitação há muito tempo e fazia esse trajeto todos os dias. Os dois são de Cariacica, ele levava a namorada na faculdade e depois seguia para o trabalho. Meu irmão é cuidadoso no trânsito e não acredito que ele tenha avançado esse sinal”, disse.

Testemunhas também relataram para a polícia que o capacete que Aline estava usando voou no momento da batida. Ninguém soube informar se ele estava solto ou se destravou com o impacto.
 

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