|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
O mês de outubro foi escolhido nos Estados Unidos para que fosse um mês dedicado a luta contra o câncer de mama, e foi adotado mundialmente desde a década passada, como ‘Outubro Rosa’.
No entanto, a advogada Gabriella Chamoun Merizio, de 27 anos, que descobriu o nódulo na mama esquerda, no mês de maio, enquanto descia as escadas de casa, em um dia comum, ressalta a importância do autoexame todos os meses.
“Não espere outubro rosa para fazer o autoexame, é preciso se atentar a doença todos os meses. Quanto mais cedo descobrir, a chance de cura é maior. Eu sempre tive o cuidado do autoexame, e a ultrassonografia, já que tenho um histórico familiar de mulheres com câncer de mama. Mas fiquei sem fazer por um ano e dois meses, e nesse tempo apareceu o caroço”, lembra ela.
O nódulo que estava com dois centímetros precisava ser retirado o quanto antes. Após a realização dos exames, os médicos decidiram fazer a retirada, e enviaram o caroço para análise. O resultado foi mais tranquilo, e o que era temido, foi desmistificado com a informação de que o câncer da advogada era menos agressivo.
Apesar de não haver mais células cancerígenas confirmadas através de exames de sangue, Gabriella já era considerada uma pessoa curada. Mas a equipe médica decidiu que a advogada precisava passar por quatro sessões de quimioterapia, com intervalos de 21 dias, para que qualquer célula cancerígena fosse eliminada.
Ela segue fazendo a radioterapia. E apesar do susto ao perder o cabelo, Gabriella declara que foi nesse momento que a vontade de viver se multiplicou. Para ela que sempre foi apaixonada pelos cabelos longos, e ver todo o cabelo caindo foi dolorido, mas o maior aprendizado.
“Digo que entre a notícia do diagnóstico e o primeiro tufo de cabelo na mão, não sei o que foi mais difícil e dolorido. Mas não podemos ter medo e isso faz parte do processo. Hoje sou uma nova Gabriella, com vontade de viver todos os dias. O respeito que eu tanto busquei de terceiros, descobri que deve ser unicamente meu. Cuidem-se, porque câncer não é sentença, e ao passar por ele, eu digo: o câncer nunca me teve”, completa ela.