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Ônibus do Transcol vão continuar sem cobradores por mais 60 dias

A suspensão temporária do contrato de trabalho dos cobradores de ônibus do sistema Transcol foi prorrogada por mais 60 dias. A decisão foi publicada ...

Ônibus do Transcol já utilizam diesel S10, que é menos poluente, mas a frota pode se modernizar

Última atualização

Ônibus do Transcol já utilizam diesel S10, que é menos poluente, mas a frota pode se modernizar (Foto: Kadidja Fernandes/AT)

A suspensão temporária do contrato de trabalho dos cobradores de ônibus do sistema Transcol foi prorrogada por mais 60 dias. A decisão foi publicada pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura do Estado (Semobi) no Diário Oficial desta sexta-feira (11).

Com isso, o pagamento de passagens continua sendo feito exclusivamente com o CartãoGV (Bilhete Único Metropolitano). 

Por meio de nota, a Semobi informou que a medida foi tomada porque o governo achou necessário “continuar mantendo as medidas emergenciais que possibilitem a redução do risco de contaminação no Transporte Público (Sistema Transcol) aos usuários e rodoviários pelo coronavírus (COVID-19)”.

A secretaria ainda informou que o retorno das atividades dos cobradores será efetivado após o fim dos 180 dias das suspensões de contratos de trabalho, “conforme estabelecido na Medida Provisória nº 936, de 1º de abril de 2020, na Lei Federal nº 14.020, de 6 de julho de 2020, no Decreto Federal nº 10.422, de 13 de julho de 2020 e nas Portarias Semobi N° 020-S, de 13 de maio de 2020, N° 024-S, de 14 de julho de 2020 e nº 026-S, de 10 de setembro de 2020”.

Entenda

Os ônibus do Sistema Transcol estão circulando sem cobradores desde o dia 17 de maio deste ano. Foram 3.500 funcionários afastados de suas funções durante 60 dias.

A medida foi anunciada pelo governador Renato Casagrande como forma de diminuir o risco de contágio do novo coronavírus. “Houve um entendimento para que não tenhamos dinheiro circulando nos ônibus, pois dinheiro é vetor para o contágio”, explicou.

O governo, no entanto, descarta a possibilidade de buscar medidas para reduzir a circulação de cédulas em outros setores. “Restringir circulação do dinheiro no comércio é proibido”, ressaltou o governo por meio de nota.

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