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Cidades

Romaria das Pessoas com Deficiência emociona capixabas neste sábado em Vila Velha

Além das famílias, muitas associações que realizam trabalhos com pessoas com diversos tipos de deficiência participaram

O objetivo do movimento é incluir toda a sociedade em uma das maiores festas religiosas do país
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Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

Última atualização



Na manhã deste sábado (26), a 18ª Romaria das Pessoas com Deficiência, realizada em Vila Velha como uma das comemorações da Festa da Penha 2025 reuniu centenas de fiéis para compartilhar momentos de devoção e acolhimento.

Guiados pela imagem de Nossa Senhora da Penha, a caminhada começou às 8h, com saída do Santuário Divino Espírito Santo, e percorreu as ruas do centro de Vila Velha até a chegada à Igreja de Nossa Senhora do Rosário, onde foi celebrada a Santa Missa.

Além das famílias, muitas associações que realizam trabalhos com pessoas com diversos tipos de deficiência participaram. O objetivo do movimento é incluir toda a sociedade em uma das maiores festas religiosas do país, promovendo união e apoio às minorias. 

A Missa deste sábado (26) foi presidida pelo Padre Gilberto Roberto, que é cadeirante. “Eu aprendi a ser amor de Deus através da cadeira de rodas. Me uno a cada um que traz a sua deficiência, que não é impedimento, mas que é uma possibilidade de ser feliz”, relatou. 

Ao final da missa, uma carta-manifesto foi lida por Daniela Rosa, diretora da associação Vitória Down, que desde 1998 luta pelos direitos das pessoas com T21 e seus familiares, além de estar na organização da romaria. Na carta, ela reforçou a importância da rede de apoio às famílias e às pessoas com deficiência. 

“A rede de apoio é fundamental, pois oferece suporte emocional, educacional e social, promovendo o desenvolvimento pessoal e a autonomia das pessoas com alguma deficiência. Além disso, a inclusão fortalece a sociedade como um todo, promovendo diversidade, respeito e igualdade de oportunidades”, disse. 

Luiz Vasconcelos, professor, membro do conselho estadual dos direitos das pessoas com deficiência, participu da caminhada e ressaltou a integração da comunidade.

“Além de peregrinação religiosa para aquele que anda pela fé, a romaria da pessoa com deficiência representa momentos de visibilidade, promoção e integração na sua comunidade. Compartilhando esses momentos de união pela fé”, afirmou. 

Veja imagens da caminhada:






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