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Segunda Flotilha “Sumud” une canoagem e solidariedade à Palestina em Vitória

Evento busca dar visibilidade à causa palestina por meio de uma atividade que conecta a contemplação da natureza com a conscientização política

A ação terá início às 7h na Praia da Guarderia, em Vitória
Foto de perfil de Weslei Radavelli

Weslei Radavelli

Formado em Jornalismo pela Faesa de Vitória, em 2007, foi repórter de A Tribuna e passou por veículos de comunicação no Espírito Santo e no Rio de Janeiro. Atualmente é editor de conteúdo do Tribuna Online.

Última atualização



O Comitê Capixaba pela Palestina Livre promove, neste sábado (31), a Segunda Flotilha “Sumud” ES, uma iniciativa que integra a prática esportiva da canoagem havaiana a um ato político de solidariedade internacional. A ação terá início às 7 horas na Praia da Guarderia, em Vitória, ponto tradicional de esportes náuticos na capital.

O evento busca dar visibilidade à causa palestina por meio de uma atividade que conecta a contemplação da natureza com a conscientização política, utilizando o mar como cenário para manifestar apoio à luta por direitos humanos no Oriente Médio.

O trajeto planejado tem duração estimada de 1h30 e conduzirá os participantes por uma rota cênica em direção à Praia do Ermitão ou Praia das Conchas. Essas localidades, conhecidas por sua vegetação preservada e beleza natural, servirão de palco para uma parada estratégica.

Nesse intervalo, além de um mergulho nas águas da região, o grupo realizará um momento de reflexão coletiva sobre a atual situação humanitária na Faixa de Gaza e a busca global por justiça para o povo palestino, reforçando o caráter educativo e mobilizador da flotilha.



Significado e encerramento

A escolha do nome “Sumud” carrega um simbolismo profundo, traduzindo-se do árabe como “firmeza” ou “perseverança inabalável”. O termo representa a resiliência histórica dos palestinos diante das adversidades e da ocupação, servindo de inspiração central para a atividade. Ao adotar esse conceito, a organização conecta o esforço físico da remada à resistência política, criando uma metáfora visual e prática de persistência.

Após o percurso marítimo, as canoas retornarão à base na Guarderia, onde o evento será encerrado com uma confraternização. Participantes e apoiadores compartilharão um lanche, fortalecendo os laços comunitários entre os ativistas e simpatizantes da causa no Estado.

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