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Cidades

Surto em creche: criança recebe alta da UTI

Uma notícia boa foi dada neste domingo (31) pela família do pequeno Matheus Maciel Almeida, de 3 anos, que é uma das vítimas do surto de infecções ...

Última atualização

Uma notícia boa foi dada neste domingo (31) pela família do pequeno Matheus Maciel Almeida, de 3 anos, que é uma das vítimas do surto de infecções intestinais que atingiram alunos de uma creche em Vila Velha: o pequeno teve alta da UTI e agora está internado na unidade pediátrica do Hospital Unimed, em Vitória.

Ele também não precisa mais de doação de sangue. Pelas redes sociais o pai do menino, que médico, agradeceu todo apoio que as pessoas deram ao seu filho. Já a mãe postou uma foto de Matheus assistindo desenho na cama do hospital e o trecho da música Deus É Deus, do cantor gospel Delino Marçal: “dele vem o sim e o amém, somente dele e mais ninguém… À Deus seja o louvor!”.

Ela contou aos amigos da rede social que a família está reunida no hospital, mas Matheus ainda não tem previsão de alta. “Previsão de alta? Só Deus sabe, mas oro para que seja breve. Até aqui nos ajudou o senhor! Obrigada a todos pelas orações”, finalizou. 

Ao todo, 14 crianças e funcionários que frequentavam a creche passaram mal. Uma criança morreu. Na tarde da última sexta-feira (29), o secretário municipal da saúde de Vila Velha, Jarbas Ribeiro de Assis Junior, informou que a creche, onde teria ocorrido o surto infeccioso, foi interditada por tempo indeterminado. A investigação feita na escola, apontou que a água do chafariz, localizado no pátio da escola, estava contaminada por coliformes totais, além de uma torneira de uma fábrica de cerveja artesanal, sediada no mesmo imóvel onde funcionava a escola. Apenas um portão de ferro divide as duas propriedades.

Os resultados dos exames mostram que foram encontradas mais de 200 mil colônias de coliformes totais, já na torneira da fábrica foi detectada a presença da bactéria escherichia coli ou ecoli. De acordo com o secretário, todos esses resultados já seriam suficientes para interdição, mesmo se o surto infeccioso não tivesse ocorrido. 

A Secretaria de Saúde reiterou que, apesar da divulgação destes resultados, ainda não é possível apontar uma relação sobre a doença que afetou as crianças com a contaminação da água do chafariz. Os resultados dos exames das crianças ainda não foram concluídos.

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