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Tatuagens para homenagear seu bichinho de estimação

Se você tem ou já teve um animal de estimação, sabe a força do vínculo que pode ser formado entre os humanos e eles. E quando esse amor transcende, ...

Tatuagem feita por Gê Becker.

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Luciene eternizou o rostinho da pinscher Tita na perna. (Fotos: Acervo pessoal)

Se você tem ou já teve um animal de estimação, sabe a força do vínculo que pode ser formado entre os humanos e eles. E quando esse amor transcende, alguns tutores imortalizam essa amizade com tatuagens em homenagem aos seus pets.

Uma das tatuagens feitas por Michele. (Foto: Reprodução/Facebook)As mais populares são as dos cães, seguidas por gatos e aves, segundo a especialista Michele Lady Tattoo. Ela lembrou que já tatuou um casal de calopsitas, que eram dos avós da sua cliente. “Ela os tatuou um em cada pulso, um rosa e um azul, e ficou a coisa mais linda”, disse.

A própria Michele é fã de bichos e tem sete tatuagens de animais espalhadas pelo corpo. Ela contou ainda que uma cliente eternizou o vira-latas da família em uma caricatura.

“O pai dela ficou acamado, andava com muita dificuldade. Eles tinha um vira-latas que foi treinado para ajudar a família a cuidar dele, e o animal acabou virando o braço direito do pai dela, ajudava até mesmo com os remédios”, recorda-se.

Foi Michele, inclusive, quem fez a tatuagem preferida da técnica de enfermagem Luciene Zardini, de 39 anos. Ela eternizou o rostinho da pinscher Tita na perna com a frase: “Se não nasceu de mim, certamente nasceu para mim”.

“A Tita é muito especial. Uma cadelinha muito esperta que me ama de uma forma incrível e isso é visível. Ela sabe quando vamos fazer fotos juntas e faz até pose. Onde vou ela vai atrás, adora passear à beira-mar e latir para quem passa”, contou a tutora.

Tatuagem feita por Gê Becker. (Foto: Acervo pessoal)No estúdio da tatuadora Gê Becker, grande parte das tattos de pets é feita usando as técnicas fineline e pontilhismo. “São formas diferentes de retratar uma expressão sem utilizar o realismo”, explicou a especialista.

Gê relata a emoção que uma tatuagem dessas envolve. “Muitas vezes as pessoas remetem a um pet que já partiu e esses sentimentos são únicos. Transformar um rostinho, um charme de um jeito diferente é muito gratificante”, destacou.

A reportagem completa foi publicada na edição deste domingo (12) do jornal A Tribuna.

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