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Teste de pedágio na Terceira Ponte termina em 11 dias

O teste da cobrança de pedágio em sentido único na Terceira Ponte, que liga Vitória a Vila Velha, termina no próximo dia 15. O valor de R$ 2 (para ...

Movimento de veículos na Terceira Ponte

Última atualização

O teste da cobrança de pedágio em sentido único na Terceira Ponte, que liga Vitória a Vila Velha, termina no próximo dia 15. O valor de R$ 2 (para automóveis) começou a ser cobrado em 17 de junho apenas no sentido de Vila Velha para Vitória.

O objetivo da medida é reduzir o congestionamento em horários de pico. Para o especialista em Transportes Renato Prandina, a iniciativa parece ter afetado positivamente o trânsito na capital.

“Do ponto de vista operacional, a configuração foi muito boa. Houve economia de tempo, pois, agora, todo usuário da ponte tem uma parada a menos. E, houve também uma diminuição da extensão do horário de pico, que agora começa por volta de 18 horas, e não às 17h45”, observou o especialista.

Prandina destaca ainda que, apesar dos benefícios causados pela mudança, o ideal seria uma cobrança automatizada. “Essa coisa de cabines não existe fora daqui. Precisamos automatizar esse processo”.

Inicialmente, o período de testes duraria apenas um mês, mas a Agência de Regulação dos Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP) prorrogou a medida por 90 dias.
A ARSP informou que, por enquanto, não irá se posicionar, pois a fase final do período de testes pode fazer diferença na avaliação da medida.

Em nota, a Secretaria de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana de Vitória (Setran) informou que realiza diariamente o acompanhamento do fluxo de veículos nos acessos da Terceira Ponte e que dois novos semáforos foram instalados para melhorar a fluidez do tráfego na região.
A Setran destacou ainda que os agentes da Guarda Civil Municipal têm auxiliado na organização do fluxo de veículos.

De acordo com o secretário de Defesa Social e Trânsito de Vila Velha, Oberacy Emmerich Júnior, a mudança não causou impactos no município. “A situação continua a mesma por aqui”, disse. Na opinião dele, é necessário pensar outras alternativas.

“Não acredito em obras de engenharia que proponham aumentar as pistas da ponte. É inviável, principalmente, em caso de necessidade de socorro. Temos de pensar transportes alternativos e melhorias do serviço de transporte público. O número de veículos que passa pela ponte já está muito saturado”.

Movimento de veículos na Terceira Ponte (Foto: Dayana Souza/AT)

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