|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: false
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: true
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:
Com o aumento no número de casos de covid-19 em função da nova variante ômicron, a B01, o secretário de Estado da Saúde interino, Tadeu Marino, declarou nesta sexta (18) que o Espírito Santo vive a sua sexta onda da doença. Por conta do cenário, o Estado voltou a recomendar o uso de máscaras em locais fechados.
Da última semana de outubro até sexta-feira (18), o Espírito Santo passou de 3.150 para 8.450 casos, o que representa aumento de 156% nas notificações.
Tadeu relembrou que na última quarta-feira, dia 16, o Estado registrou cerca de mil casos de covid-19. Antes da virada de outubro para novembro, segundo o secretário, não passavam de 60 notificações por dia.
“É um aumento exponencial das notificações. Estamos fazendo cerca de 4 mil testes por dia. O Laboratório Central (Lacen), que recebia cerca de 40 amostras, passou a receber 250 amostras/dia. Isso confirma o aumento de casos nas UPAs, nos PAs e nos prontos-socorros dos hospitais”.
Máscaras
O subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, alerta para a evolução do vírus da última semana para a atual. Ele confirma a existência de uma sexta onda, considerando essas características da subida de casos associada às aglomerações ocorridas durante o período eleitoral.
“Se olharmos a semana em andamento, sendo que temos esta sexta e sábado para registro, com certeza, até concluir a semana, vamos ultrapassar a margem de 200% de aumento de casos. Na quarta-feira, com cerca de mil notificações, foram praticamente 300% a mais em relação ao dia anterior”.
Reblin recomenda o uso de máscaras em ambientes fechados, onde há aglomeração de pessoas, principalmente para idosos e pacientes com imunossupressão.
“A máscara, quando usada adequadamente e por mais pessoas, para a redução da transmissão de uma pessoa para a outra em cerca de 90%”.
Além disso, Reblin lembrou que as ondas de covid-19 anteriores duraram cerca de oito a dez semanas. “Resta aguardar para ver se esse padrão vai se repetir”.