- Vitória, ES 26°C

Vitória 26°C

Anúncio
CIDADES

Vida nova após terapia com cavalos

Projeto no Instituto Erling Lorentzen, em Pedra Azul, oferece equoterapia gratuita para crianças com problemas neurológicos

A fisioterapeuta Edilaine Mazolini com Juliana e os equitadores Solimar de Souza e Alexandro Madeira

Última atualização

 
















|














Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:



 

Um projeto gratuito de equoterapia desenvolvido em Pedra Azul  tem conseguido ótimos resultados com crianças que têm síndrome de Rett, doença neurológica que provoca  mutação genética e prejudica os movimentos do corpo e a fala. 

A pequena Juliana Viera Busato, de 5 anos, moradora de Venda Nova do Imigrante, iniciou nas aulas há um mês, mas já teve melhoras em sua postura e está mais tranquila, segundo sua mãe.

“Apesar de muito pouco tempo que a Juliana começou esse trabalho na equoterapia, nós, que convivemos com ela todos os dias, percebemos que ela já tem mais controle na postura e também na parte cognitiva, porque ela era uma criança muito inquieta. Quando ela volta das aulas,  volta mais calma”, relatou a mãe, Ângela Maria Vieira Busato. 

Ainda segundo Ângela, o avanço no tratamento de sua filha tem entusiasmado até a equipe médica que a acompanha desde bebê.

“Sua postura melhorou tanto que até os médicos dela estão entusiasmados também”, complementou.

Juliana faz aulas de equoterapia uma vez por semana, às terças-feiras, no Instituto Erling Lorentzen,  com cavalos da raça Norwegian Fjord Horse.

Fisioterapeuta que coordena o projeto e acompanha a menina nas aulas, Edilaine Mazolini Lamborghini garante que a equoterapia só traz vantagens. 

“A equoterapia tem como protagonista o cavalo, que é, por sua vez, a sua ferramenta principal de trabalho. O objetivo é favorecer o desenvolvimento cognitivo, físico, emocional, social e  ocupacional do paciente através de uma série de exercícios, brincadeiras e atividades com esse animal. De forma mais global, esta terapia permite melhorar a qualidade de vida e o bem-estar dessas pessoas”. 

A psicóloga Josiane Rangel revelou que quanto mais cedo a criança com síndrome de Rett começar na equoterapia, melhores serão os benefícios.

 “Ouvimos muitos relatos de mães e pediatras. Alguns deles recomendam que a atividade tenha início aos quatro meses e outros depois dos 2 anos. Na prática, indicamos que a criança comece assim que puder”.

Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.