Pelo menos uma vez na vida a maioria das pessoas já ouviu a célebre frase: “Ciência e religião não se misturam”. E isso está certo? O físico e teólogo Adauto Lourenço garante que não.
Defensor das principais evidências científicas que sustentam o relato bíblico da criação do mundo, Adauto é categórico ao afirmar que a Bíblia trata de inúmeros eventos que ele consegue provar cientificamente, como o dilúvio, então imagina que ela diz a verdade sobre todo resto.
Formado em Física pela Bob Jones University e mestre pela Clemson University, ambas nos Estados Unidos, Adauto Lourenço realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha, e no Oak Ridge National Laboratory, também nos Estados Unidos.
Ele percorre o mundo todo ministrando palestras na área apologética (de que a fé pode ser comprovada pela razão). O cientista sustenta que a ciência apenas constata a verdade bíblica.
“Fui evolucionista durante muitos anos, mas a tese mais coerente é apresentada pelo criacionismo científico, que trabalha apenas com base nos processos naturais e nas leis da natureza”, afirma.
Segundo o físico, a tese do criacionismo científico não tenta provar que Deus criou o universo, pois provar isso é impossível. Ela considera os processos naturais, como fotossíntese, erosão, corrosão, e as leis da natureza, como magnetismo, gravidade e biogênese, por exemplo.
“Pensando nisso, tudo leva a crer que o universo e a vida não teriam surgido espontaneamente”, pontuou.
Na opinião do cientista, toda ciência devidamente estabelecida e toda Bíblia corretamente interpretada nunca entrarão em contradição. “Em Jó 26:7 temos uma afirmação científica: ‘O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada’. Nosso norte sideral existe, é o espaço vazio, e isso foi provado por cientistas em 1989 e confirmado em 2007. Só que Jó fez essa afirmação há 4 mil anos”, lembrou o cientista durante entrevista à reportagem.
A reportagem completa você confere no jornal A Tribuna deste domingo (17).
