- O general Cristopher Figuera, ex‑chefe da inteligência venezuelana, afirmou ao Washington Post que células do Hezbollah atuam em várias cidades da Venezuela sob proteção do governo de Nicolás Maduro.
- Segundo Figuera, as células realizam atividades ilegais para arrecadar fundos destinados a financiar operações do grupo no Oriente Médio.
- Autoridades venezuelanas e brasileiras investigam a presença do Hezbollah no país desde 2009, quando a primeira denúncia foi publicada pelo jornal israelense Yedioth Ahronoth.
- O Hezbollah está classificado como organização terrorista por EUA, Canadá, Reino Unido, União Europeia, Austrália, Liga Árabe e Israel há mais de duas décadas.
Um general que chefiou a inteligência da Venezuela revelou ao jornal Washington Post que células do grupo terrorista Hezbollah operam em diversas cidades daquele país, sob a proteção da ditadura, e ainda levantam fundos para o grupo.
Segundo esse general, Cristopher Figuera, as operações estavam “focadas em atividades ilegais para financiar operações no Oriente Médio”. Desde 2009, autoridades – inclusive brasileiras – investigam o grupo Hezbollah na Venezuela.
Acompanhamento
No início de 2019, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, denunciou a atuação do Hezbollah na Venezuela.
Hezbollah sul-americano
A primeira denúncia sobre a atuação do grupo terrorista na América do Sul foi publicada em 2009 pelo jornal israelense Yedioth Ahronoth.
Classificação: terrorista
EUA, Canadá, Reino Unido, União Europeia, Austrália, Liga Árabe e Israel classificam Hezbollah como grupo terrorista há mais de 20 anos.
TCE avalia se B3 (ex-Bovespa) favoreceu “amigos”
O conselheiro Dimas Ramalho, do Tribunal de Contas de SP, examina denúncia contra a B3, ex-Bovespa, por assegurar “monopólio de fato” a uma empresa, Tecnobank, no milionário mercado de registro de contratos de financiamento de veículos. O caso gerou questionamento do Ministério Público ao Detran e aponta que a B3 garante 99% dos registros à aliada. São 13 oficialmente habilitadas a fazer esse tipo de registro em São Paulo, mas só uma empresa faz quase todos eles.
Nadando de braçadas
Graças às suas relações, a Tecnobank fez 2,5 milhões de registros e faturou mais de R$ 400 milhões em menos de dois anos.
Apontamento amigo
A B3 não faz o registro de contrato diretamente, mas realiza aquele “apontamento” maroto que beneficia uma única empresa.
Problema antigo
O problema é antigo. A Cetip, empresa incorporada pela B3 em 2017, detinha o monopólio dos registros até o Contran proibi-lo naquele ano.
Dias contados
O esvaziado Onyx Lorenzoni (Casa Civil), que perdeu até a articulação política para o general da Secretaria de Governo, jurou ontem que está “firme no cargo”, como dizem ministros com dias contados. A iminente demissão de Onyx foi confirmada a esta coluna por fontes do Planalto.
Olha teu quintal, madame
A Alemanha dizimou a Floresta Negra, sofre até hoje com chuvas ácidas e é o maior poluidor da Europa. Mas Angela Mekel se diz preocupada com o “desmatamento no Brasil”. Ouviu o que não queria.
A soma do afano
O bloqueio de R$ 78 milhões de Lula serve mais para mostrar o que que foi afanado da Petrobras, do que o saldo em sua gorda conta. O MP pede e a Justiça bloqueia, mas os valores nunca estão nas contas.
Sua majestade Luiza
A ex-modelo Luiza Brunet continua impressionando pela beleza e elegância. Ela circulou na tarde de ontem na Câmara, causando corre-corre entre os servidores. Todos queriam selfies ao lado dela.
Até grevista quer distância
Em Maceió, jornalistas em greve ficaram injuriados com a iniciativa de um grupo de realizar uma assembleia na sede do PT local. Já marcada e anunciada, a reunião teve que mudar de endereço.
Um herói em Tóquio
Em Tóquio, para a cúpula do G-20, Bolsonaro reencontrou um herói da diplomacia: o embaixador Eduardo Saboia, que corajosamente salvou o senador Roger Molina. Perseguido pelo regime da Bolívia, ele se asilou na embaixada do Brasil, para a irritação da petista Dilma Rousseff.
Empregos turbo
Uma das expectativas do governo com a reforma da Previdência é retomar investimentos e turbinar a geração de empregos até o fim do ano. Entre janeiro e maio, o Brasil gerou 351 mil empregos formais.
Pensando bem…
…ninguém leva 39 kg de cocaína na mão na primeira vez que tenta traficar.