“Cadê o Aquaviário da Grande Vitória?”, pergunta o professor Fernando Braga, que mora no bairro Itapuã, em Vila Velha.
O professor disse que o governo do Estado anunciou a implantação do serviço, mas não há nem sinal de obras nas estações previstas.
“Em outras cidades brasileiras o sistema já opera com sucesso”, destaca Fernando. A Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) do Estado informa que as obras de construção das estações de embarque e desembarque estão em andamento.
A de Porto de Santana, em Cariacica, é a que está com as obras mais adiantadas. A primeira etapa, que corresponde a parte de terra e a edificação, está praticamente concluída. Agora, começa a ser preparada para receber obras de montagem do píer.
Na Prainha (Vila Velha), as obras já têm a parte de fundação concluída. Na Praça do Papa, em Vitória, a estrutura está em fase de fundação. Já a estação da Rodoviária, também na capital, está em fase final de aprovação de projetos devido à mudança de local.
O investimento nas obras é de R$ 5,9 milhões na construção das quatro estações. Em paralelo, a Semobi está contratando a operação dos barcos, e a previsão é de que o sistema comece a operar ainda este ano.
A implantação do novo modal é uma das prioridades do governo do Estado na área da mobilidade. Inicialmente, está prevista a operação com quatro estações para embarque e desembarque: Prainha, Enseada do Suá, Rodoviária e Porto de Santana.
Os pontos de embarque e desembarque vão contar com estrutura onde os passageiros vão aguardar a embarcação. Para o acesso aos barcos, haverá uma interligação, tipo ponte, que será coberta para o conforto aos usuários.
O QUE DIZ O LEITOR
Fernando disse esperar que as obras sejam concluídas no prazo e que o sistema entre em operação para facilitar a mobilidade.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Estilo:
Munitura/Fundão
Estrada de acesso
Ronilton Luiz da Silva, motorista
“Quando as obras de pavimentação da estrada de acesso à localidade de Munitura, na zona rural de Fundão, serão retomadas? A estrada continua em estado precário, apesar da promessa de obras feita em fevereiro”.
A Prefeitura de Fundão foi procurada pela coluna, mas não deu retorno aos contatos.
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Estilo:
Praia do Canto
Cobrança de couvert
Dimitre Louzada, arquiteto
“É correto cobrar a taxa de serviços de 10% praticada em bares e restaurantes sobre o couvert artístico pago aos artistas?”.
O Procon-ES informa que a cobrança da taxa de serviço (10%), conhecida como gorjeta do garçom, é calculada sobre o valor da conta do cliente. A taxa de serviço (10%) e o couvert artístico são cobranças distintas.
Campo Verde
Rua abandonada
Marcelo Lima, motoboy
“A rua D2 continua abandonada, suja e cheia de mato. Precisamos de melhorias. Não podemos esperar até 2024 pelo asfaltamento, como promete a prefeitura”.
A Prefeitura de Viana esclarece que os serviços de pavimentação estão acontecendo de acordo com cronograma. As obras no bairro devem ser realizadas durante o próximo semestre.
Nossa Senhora da Penha
Barulho e licença
Roberth Tristão das Neves, vigilante
“Moro no primeiro andar de um edifício na avenida Carlos Lindenberg, quero reclamar de uma situação que muito nos incomoda. A escada interna de acesso está sendo reformada, sem qualquer licença junto à prefeitura. Já abrimos pedidos junto à prefeitura, mas nenhum fiscal esteve no local para colocar fim a essa situação”.
A Prefeitura de Vila Velha informa que os fiscais de obras foram ao local.
André Carloni
|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: true
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: false
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Estilo:
Retirada de poste
José Renato Laranja, aposentado
“A EDP instalou um novo poste na rua Santa Terezinha, mas não retirou o antigo e nem transferiu a fiação”.
A EDP informa que a obra foi reprogramada devido às condições climáticas desfavoráveis que acometeram a região de André Carloni, na Serra. A nova previsão de atendimento é para a primeira semana de agosto.
OPINIÃO DO LEITOR
Saúde pública
Não é nenhuma novidade de como sofrem os brasileiros das camadas sociais menos favorecidas ao dependerem de órgãos públicos para qualquer tratamento de saúde, e até independentemente da gravidade da doença: extensas filas no atendimento, falta de remédios e aparelhagem, quadros insuficientes de profissionais, etc.
Tudo concorre para que muitas pessoas sacrifiquem seus orçamentos familiares para contratar planos privados de saúde, e nem aí, para alguns casos mais graves, essas pessoas podem contar com a cobertura de seus planos. Mais complacência de todos os envolvidos nos casos especiais de saúde pública, uma simples questão de humanidade.
Roberto Pimentel
Praia do Canto – Vitória
Pequenos furtos
A imprensa em todo o País repercute muitos casos chamados de pequenos furtos nos quais o meliante, em sua grande maioria, não fica preso. Os pais sensatos corrigem um filho por ter pego um pequeno objeto de outrem e se ele reincide, a correção precisa ser um pouco mais severa? Então por que um meliante contumaz de pequenos furtos não é punido e fica entrando e saindo das delegacias, no chamado enxuga gelo?
Valdeci Carvalho Ferreira
Mata da Serra – Serra
Dia dos Avós
Dia 26 de julho (nesta terça-feira) é o Dia dos Avós, coincidindo com a data em que a Igreja Católica celebra São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria e avós de Jesus. Eu, por exemplo, tenho oito netos e uma bisneta, é imenso meu amor por eles, e deles me orgulho. Parabéns a nós, avós. Merecemos ter nosso dia especial.
Aldo José Barroca
Antônio Honório – Vitória
Do Brasil para o mundo
Com relação à falta de transparência e auditoria questionada pelo presidente Bolsonaro, o governo dos Estados Unidos, rico e com exemplar democracia, no último dia 19 de julho, afirmou “As eleições brasileiras servem de modelo para o mundo”.
Que tal implantar para eles, que têm eleições seriamente conturbadas, o nosso processo eleitoral e faturar alguns milhões de dólares? Quem sabe com isso abriria novas portas para exportarmos, além de commodities, também o nosso processo eleitoral de rápida apuração e isento de fraude para muitos outros países? Seria a forma de faturarmos e disseminar a nossa cultura eleitoral.
Humberto Schuwartz Soares
Praia da Costa – Vila Velha