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Coronavírus

Cariacica: Grávidas que tomaram Astrazeneca começam a receber 2ª dose com Pfizer

Com a autorização do Ministério da Saúde para que os municípios possam aplicar a vacina da Pfizer em gestantes que receberam a primeira dose da ...

Cariacica: Grávidas que tomaram Astrazeneca começam a receber 2ª dose com Pfizer
- Uso da Astrazeneca em gestantes foi interrompido em maio

Última atualização

Uso da Astrazeneca em gestantes foi interrompido em maio (Foto: Divulgação)

Com a autorização do Ministério da Saúde para que os municípios possam aplicar a vacina da Pfizer em gestantes que receberam a primeira dose da AstraZeneca, cidades capixabas começam a se organizar para seguir a orientação, que também foi dada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). 

Em Cariacica, esse público já vai começar a ser vacinado dessa forma. A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou que vai abrir agendamento nesta quinta-feira (29), às 14 horas, para que gestantes e puérperas (mulheres que tiveram filhos há até 45 dias), que receberam a primeira dose da AstraZeneca, possam completar o esquema vacinal com a Pfizer. 

A pasta informou que serão 300 vagas para essas mulheres receberem a segunda dose. Também serão abertas outras 100 vagas para a aplicação da primeira dose da Pfizer em gestantes e puérperas. 

O agendamento deverá ser feito exclusivamente pela plataforma Vacina e Confia, criado pela governo do Estado.

Clique aqui para acessar o site Vacina e Confia e agendar a vacina

Em maio, a aplicação da AstraZeneca em mulheres grávidas foi suspensa, devido à morte de uma gestante de 35 anos que havia recebido o imunizante no Rio de Janeiro. O caso ainda é investigado.

Desde então, a orientação é a de que as gestantes e puérperas – mulheres que deram à luz há menos de 45 dias – recebam Coronavac ou Pfizer na primeira dose.

A decisão de aplicar a dose de reforço com a Pfizer foi anunciada pelo secretário de Saúde, Nésio Fernandes, na última sexta-feira (23), após o Ministério da Saúde autorizar a “vacinação heteróloga”, ou seja, a utilização de vacinas diferentes na primeira e na segunda doses.

Cerca de 3 mil mulheres serão contempladas com a medida, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

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