
Trata-se de uma cova “gigante” que foi aberta recentemente e que segundo relatos no local seria para realizar sepultamentos coletivos para casos de Covid-19.
Entretanto, a Prefeitura da Serra informou, por meio de nota, que não se trata de cova coletiva. Esclareceu que a abertura de novas covas é procedimento rotineiro nos cemitérios da cidade, para garantir o direito de todos às vagas, e não há relação com a pandemia de novo coronavírus.
“Além disso, para que toda a população da Serra tenha direito e acesso às vagas de sepulturas nos cemitérios municipais, após o período de quatro anos também é realizada a exumação e transferência para ossuários, como são chamados os locais para guarda de ossos de pessoas falecidas. O município tem, atualmente, 210 sepulturas disponíveis, já incluindo essas que estão sendo abertas”, informou em nota.
Essa cena se repetiu em fevereiro de 2016. Uma cova, nas mesmas proporções, foi aberta nesse cemitério. O contexto era a da paralisação de policiais militares, quando houve um grande número de assassinatos. A imagem dessa cova ganhou notoriedade, inclusive, na imprensa nacional.