Cerca de 1.500 profissionais da saúde do Estado ainda não foram vacinados contra a Covid-19 ou ainda não apresentaram o comprovante da imunização contra a doença. A informação foi divulgada pelo subsecretário de Vigilância em Saúde do Estado, Luiz Carlos Reblin, durante coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (21).
De acordo com Reblin, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ainda está finalizando essa apuração e vai criar um esquema para vacinar essas pessoas, provavelmente, na própria unidade em que trabalham.
Sobre o assunto pontuado pelo subsecretário, o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, explicou que, de uma população aproximada de 10 mil servidores, 85% deles foram alcançados com a imunização e com o devido registro da vacina.
Segundo Nésio, a secretaria chegou a esse número quando decidiu aplicar a norma que proíbe entrada dos profissionais ainda não imunizados no serviço de saúde.
“Ao aplicar a norma que o Estado definiu de vedar a entrada no serviço de saúde dos profissionais que não foram imunizados, foram identificadas insuficiências no registro da aplicação das vacinas por parte da campanha de vacinação, que, no início dela, descentralizou para diversas unidades hospitalares, em especial da rede privada, onde já identificamos que nem todos os registros foram devidamente realizados no momento e que a aplicação da norma poderia causar um grau de injustiça com esses trabalhadores”, pontuou o secretário.
Para resolver o problema, Nésio afirmou que a Sesa está cruzando diversos bancos de dados e recebendo a documentação do cartão de vacinação dos trabalhadores. Com isso, a expectativa é de que essa parcela restante seja vacinada, completamente, nas próximas duas semanas.
“No entanto, nós temos a expectativa de que, pelo menos, 93% dos trabalhadores da saúde já tenham sido imunizados e que o percentual de trabalhadores ainda não imunizados possa ter a disponibilidade da imunização nos próximos 15 dias”, disse.
