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Propostas de vacinação contra Covid no Estado incluem agendamento e drive thru

Após alguns países iniciarem a imunização contra a Covid-19, os estados brasileiros começaram a discutir o programa de vacinação. Em entrevista ao ...

Propostas de vacinação contra Covid no Estado incluem agendamento e drive thru
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Última atualização

 (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Após alguns países iniciarem a imunização contra a Covid-19, os estados brasileiros começaram a discutir o programa de vacinação. Em entrevista ao Jornal A Tribuna, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin afirmou que, no Espírito Santo, as doses podem ser aplicadas por meio de agendamento e em sistema de Drive Thru.

O planejamento, que foi construído junto com os municípios, já está pronto e deve seguir para a aprovação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) na próxima semana.

Reblin ressaltou que o agendamento não é uma obrigação que deve ser seguida pelos municípios, mas sim uma recomendação porque evitaria aglomerações onde as vacinas serão aplicadas. Já sobre o drive thru, o subsecretário afirmou que o método pode ser adotado pelos municípios uma vez que teve sucesso em campanhas passadas.

“O sistema de vacinação brasileira é muito bom. Temos uma rede completa, grande, mais de 500 salas de vacinação, todas equipadas, pessoal treinado, que é o mais importante. Na última campanha da Influenza a maioria das pessoas vacinaram por meio de agendamento. Tivemos ideias inovadoras, por exemplo de vacinação com modelo de drive thru”, destacou Luiz Carlos Reblin, que também afirmou que cada cidade pode se organizar para isso.

O subsecretário ressaltou que, no começo, não haverá vacina para toda a população. “Isso todos precisam ter ciência. Provável que ocorra em grupos selecionados e, se começar em dezembro, deverá ser um grupo mais restrito ainda”.

Crianças e adolescentes não serão imunizados no começo

Outro ponto abordado por Reblin foi a faixa etária da população que será imunizada. De acordo com ele, as vacinas não foram testadas em crianças.

“O grupo mais jovem nos testes era acima de 16 anos. Então estamos entendendo que as vacinas vão ser priorizadas, não se sabe a eficácia para outra faixa etária. É muito provável que não seja recomendada para essas idades (abaixo dos 16) para o qual a vacina não foi testada”, ponderou.

Para o subsecretário, o objetivo da vacinação em 2021 é a redução da pressão sobre o sistemas de saúde e redução de morte. “Depois vai adicionando os outros grupos etários, para tentar trazer um controle maior da pandemia”, finalizou.

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