
“Quer vaiar? Então não vem. Estou irritado. O Fluminense não tem paz”, disparou Abel. O que ele não entende, ou entende e aproveitou para “jogar para o time”, é que a bronca da torcida é maior do que a bronca do próprio Abel.
As vaias não são apenas pelo futebol apresentado em campo naquele momento. São para a falta de títulos e as constantes brigas contra o rebaixamento que assustam a torcida desde a conquista do Brasileirão de 2012, quando o próprio Abel era o treinador. São também para as gestões do clube pós-Unimed, com muitas promessas e poucos resultados. São para as entrevistas dos dirigentes, desde então, dando o Flu como falido, apesar de prometerem colocar o clube no rumo financeiro certo desde 2011, quando o grupo político que hoje comanda o Fluminense assumiu o poder — primeiro com Peter Siemsen e, agora, com Pedro Abad. São para as contratações duvidosas e as vendas mal explicadas de jogadores (de Conca e Wellington Nem a Marlon, Gerson e até Biro-Biro!). Enfim…
Mas é claro que a torcida tricolor também tem sua parcela de culpa. A era de contratação de craques renomados acabou e é bom a torcida entender isso e abraçar o time, ou a caminhada no Brasileirão será ainda mais complicada.
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O acerto de Abel

O torcedor tricolor até hoje não engoliu as invenções de Maranhão e Romarinho, por exemplo, em jogos decisivos contra o Fla no Campeonato Carioca e na Sul-Americana de 2017. Nem mesmo a entrada de Marlon Freitas na derrota para o Avaí no jogo de ida da Copa do Brasil deste ano.
Agora, porém, Abel acertou. Pablo Dyego entrou muito bem nas últimas partidas. E foi decisivo contra o Nacional Potosí. Por sinal, quase faz um gol de placa, de bicicleta! Ponto para o técnico tricolor!
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Calendário cheio

No masculino, a Chave A conta com UVV, Aracruz, Centro de Treinamento Missão (CTM) e Juventude. E a Chave B tem Meninos da Ilha, Rio Branco, UFES e Geração/Doctum. No feminino a Chave A tem CTM, Galáticas, CTVV e Rio Branco. E a Chave B conta com Capixaba, Inter de Nova Almeida e São Pedro. Mais uma equipe feminina deve ser confirmada nos próximos dias.
“Ficamos muito felizes com a presença de equipes das universidades, que aproximarão a ciência do esporte das competições e também aumentarão a competitividade. Além disso, vale destacar a participação de equipes tradicionais como o Juventude e o Aracruz. Enfim, todos os inscritos nos deixaram bastante honrados”, comemora o ex-atacante da seleção brasileira Bruno Malias, organizador do campeonato: “No feminino, não podemos deixar de destacar a presença de duas equipes de Anchieta, o CTM e Capixaba. Será uma competição igualmente empolgante”.