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Economia

Adedonha virtual e jogos mentais usados para avaliar candidatos a emprego

Os processos seletivos de profissionais estão passando por uma fase de readaptação e aprimorando as técnicas que são utilizadas. As formas de ...

Gisélia Freitas diz que número de casos de depressão deve aumentar

Última atualização

Os processos seletivos de profissionais estão passando por uma fase de readaptação e aprimorando as técnicas que são utilizadas. As formas de reinventar as técnicas de recrutamento de profissionais são muitas.

Algumas são totalmente novas e outras já são conhecidas, mas passam por aperfeiçoamento com a finalidade de atender aos interesses de todos.

 Gisélia Freitas: empresas do Estado planejam, para o ano que vem, a aquisição da inteligência artificial para os processos seletivos(Foto: Divulgação)Atualmente, empresas estão adotando inclusive jogos mentais e até mesmo adedonha virtual para avaliar os futuros trabalhadores. Alguns são mais complexos, e outros analisam o perfil do candidato com técnicas simples.

“Jogos mais complexos a gente dá alguns desafios mentais, como mostrar uma figura e tentar ver a peça que se encaixa no local. Ou ainda mostramos algumas perguntas que envolvem o QI. Mas temos a adedonha, por exemplo, para ver o nível de criatividade da pessoa”, afirmou o CEO da Heach RH, Elcio Paulo Teixeira.

Ele destacou ainda que o processo fica inclusive mais divertido para os candidatos que participam. “Imagina jogar adedonha em um processo seletivo? Mas é uma coisa que a gente faz. Inova, o candidato se diverte, ele relaxa e, consequentemente, se abre mais”.

Entrevista de emprego pela internet: modalidade facilita o processo, além de proporcionar mais rapidez  e agilidade (Foto: Divulgação)Gisélia Freitas, psicóloga e especialista em pessoas e carreiras, afirmou que empresas do Estado já estão planejando, para o ano que vem, a aquisição da inteligência artificial para ajudar nos processos seletivos de profissionais.

“Muitas empresas estão usando isto para contratar pessoas que estejam mais aderentes à vaga e isso evita discriminação, pessoas que dão preferência a outras por conta de cor, raça, gênero. Um software não olha isso, ele vai olhar aquilo que realmente condiz com o que está sendo solicitando pela vaga”.

Além disso, pontuou Gisélia, os processos que usam inteligência artificial tendem a ficar cada vez mais rápidos.

“Eles mesmos fazem o cruzamento de dados e informações, captam profissionais nas redes sociais e fazem as melhores seleções sobre a demanda da vaga”.

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