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Economia

Aeroporto de Vitória está habilitado para realizar processo de imigração

Com a implantação do serviço, as aeronaves importadas passam a realizar todos os procedimentos migratórios diretamente na capital capixaba

Jato no Aeroporto de Vitória
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Redação Jornal A Tribuna

Reportagens produzidas pela equipe de jornalistas da Rede Tribuna, publicadas no jornal A Tribuna.

Última atualização


O Aeroporto de Vitória, administrado pela Zurich Airport Brasil está habilitado a realizar o processo de imigração de tripulações de jatos executivos internacionais.

Com a implantação do serviço, as aeronaves importadas passam a realizar todos os procedimentos migratórios diretamente na capital capixaba, sem a necessidade de escalas em outras cidades brasileiras.

Até então, mesmo desembarcando no Espírito Santo, as aeronaves importadas eram obrigadas a realizar escalas em outros estados para que a tripulação passasse pelos procedimentos migratórios, o que encarecia a operação e alongava o cronograma de nacionalização.

O processo envolve a atuação integrada de diversos órgãos públicos, como Receita Federal, Polícia Federal, Anvisa, Vigiagro e Anac, e atende a uma demanda antiga do setor aeronáutico e de comércio exterior do Estado.

“Essa conquista traz mais eficiência, competitividade e previsibilidade para importadores e operadores da aviação executiva”, afirma Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil.

Importação

O Espírito Santo é hoje o principal terminal de importação de aeronaves executivas do Brasil, concentrando cerca de 83% das importações de aviões e helicópteros realizadas no País.

Em 2025, 245 aeronaves foram nacionalizadas no Vitória Airport. Com a nova estrutura em funcionamento, o setor passa a contar com economias significativas em taxas aeroportuárias, como pouso, permanência e decolagem, além da redução no tempo de afretamento das aeronaves.

“Esse é um avanço estratégico para a competitividade do Espírito Santo. A medida atende a uma demanda histórica do setor e elimina um gargalo que encarecia as operações”, afirma Luiz Fernando Braga, diretor do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex) e coordenador do Comitê de Aeronaves.


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