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Economia

Como se dar bem no Tinder do emprego

Com mais de 200 mil desempregados no Estado, o “Tinder do emprego” vem para conectar empresas e profissionais em busca de trabalho. Mas como se dar ...

Carlos, Luziene e Luiza aprovaram o novo aplicativo para triagem

Última atualização

Carlos, Luziene e Luiza aprovaram   o novo aplicativo para triagem (Foto: Dayana Souza/ AT/ 16/07/2019)

Com mais de 200 mil desempregados no Estado, o “Tinder do emprego” vem para conectar empresas e profissionais em busca de trabalho. Mas como se dar bem utilizando o aplicativo?

Manter um perfil atualizado e modificá-lo para torná-lo mais atraente para algumas vagas são algumas das dicas dos especialistas. O aplicativo do novo Sistema Nacional de Emprego (Sine) começou a funcionar na última segunda-feira como uma das medidas para facilitar as buscas.

Ao baixá-lo, o desempregado preenche o seu perfil profissional e busca vagas compatíveis. Se não houver, a própria ferramenta sugere algumas opções de oportunidades para a consulta, como por exemplo, vagas que não exigem experiência. A partir daí, o desempregado pode buscar adaptar seu perfil ampliando seu leque de oportunidades.

“Isso não significa mentir. Significa que se eu tenho um curso que não é importante para uma vaga que eu quero, não vou colocá-lo no meu perfil. Mas se surgir outra oportunidade para a qual esse curso for relevante, posso incluí-lo”, diferenciou o especialista em RH, Elcio Paulo Teixeira.

Ele lembrou que também é necessário ficar de olho nas notificações do aplicativo. “A visualização deve ser diária para não perder oportunidades”.

Carlos Henrique de Oliveira Gomes, 25 anos, está procurando emprego e gostou da novidade. “Já estou usando. É bem diferente um aplicativo para essa finalidade ter características de um aplicativo para relacionamento”, observou.

Ao lado de Luziene Zucolotto Honorato, membro da equipe de recrutamento da Heach, a analista de marketing Luiza Ferreira Campos explicou que a ferramenta vai ajudar a potencializar a visualização das vagas. Já o diretor de tecnologia Danilo Prates acrescentou que o recurso funciona como uma ferramenta de triagem.

Procurado para informar quantas empresas do Espírito Santo já estão cadastradas no sistema, o Ministério da Economia disse que ainda não tinha como extrair esses dados até o fechamento desta edição.

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