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Economia

Entender tecnologia é quase obrigatório

Contratar funcionários, pedir comida, comprar remédios, abrir uma conta bancária ou solicitar aposentadoria são apenas algumas das ações possíveis ...

Cláudia Fuzer diz que a modernização reduz burocracia e agiliza tarefas

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Roberta e Márcio Mello: mais de 50% das vendas feitas por redes sociais (Foto: Divulgação)Contratar funcionários, pedir comida, comprar remédios, abrir uma conta bancária ou solicitar aposentadoria são apenas algumas das ações possíveis por meio de aplicativos.

Nesse cenário, entender e saber utilizar novas tecnologias é quase obrigatório.

A tecnologia, afinal, torna as coisas mais práticas, rápidas e acessíveis, e está mudando a forma como são utilizados os serviços em todos os segmentos.

“Quase ninguém vai ao banco hoje em dia pagar um boleto, por exemplo. De olho nessa tendência, que atinge todos os serviços, reparamos que os consumidores estão se adaptando, e as empresas se adaptam junto”, explicou a sócia-administrativa da Pharmapele Vila Velha, Roberta Mello.

Roberta e o farmacêutico Márcio Mello inauguraram, recentemente, a primeira unidade da franquia de farmácias de manipulação no Estado, que já nasceu atendendo aos novos hábitos dos clientes.

“Hoje, as compras por WhatsApp e redes sociais em geral representam mais de 50% das vendas. Nosso próprio sistema já é integrado ao WhatsApp, para facilitar essa conexão. Facilita demais a vida do cliente”, destacou Roberta.

Essa modernização, segundo o chefe de Estratégia de Contabilidade da Conta Azul, Gabriel Manes, é indispensável.

“A transformação digital é mais do que uma realidade para o mundo em que vivemos. Computação em nuvem, por exemplo, existe há mais de 20 anos, a internet há 50. Não é mais sobre se adaptar a esta realidade e sim sobre como podemos agregar valor de forma eficiente.”

Para o empresário Plínio Escopelle, responsável por uma startup de tecnologia para eventos, acompanhar essas mudanças é essencial para que a empresa não fique parada no tempo.

“A tecnologia faz parte do cotidiano, e conhecer novas ferramentas e processos tecnológicos é essencial. Se você abrir mão disso, abre mão de muita agilidade, que é o que o consumidor busca nos dias de hoje”, pontuou.

Ao passo que a digitalização traz agilidade e mais segurança para os processos, Plínio frisou que também é preciso ter cautela em sua utilização. “Às vezes por causa de um descuido, diversas informações são irreversivelmente perdidas. Assim, é algo que precisa ser feito de forma cautelosa, para minimizar prejuízos.”

 (Foto: Jornal A Tribuna)

Digitalização traz economia

A modernização e digitalização de processos, sejam nos processos de contratações ou de emissões de boletos, economiza tempo e dinheiro, segundo especialistas.

Cláudia Fuzer diz que a modernização reduz burocracia e agiliza tarefas (Foto: Divulgação)

“Além de ser uma inovação, isso traz economia na medida que em simplifica processos, diminui a burocracia, e também economiza papel, o que acaba sendo benéfico, também, para o meio ambiente”, frisou a CEO da Escolaweb, Cláudia Fuzer.

Escolaweb é um aplicativo de gestão escolar desenvolvido por Cláudia (ex-professora de Informática), inspirado em antigas planilhas organizadas para facilitar o trabalho no diário de classe.

“Inicialmente, a ideia era apenas automatizar os processos de uma escola, mas o software passou a ser desenvolvido para também funcionar como canal de comunicação entre pais e instituição.”

Por meio do aplicativo, é possível realizar a matrícula do aluno na escola, emitir contratos e boletos, realizar o controle da entrada e saída; organizar os documentos de toda a escola em um ambiente digital; acompanhar notas e faltas dos alunos, entre outras funções.

“É benéfico para a família, que acompanha o dia a dia dos filhos, e para a gestão escolar, pois a plataforma reduz o tempo de atendimento, melhorando o rendimento da equipe, realiza a emissão de boleto, automatiza o controle de receitas, despesas, fluxo de caixa, entre outras funções”, afirma Cláudia.

Para o empresário Plinio Escopelle, da Superticket, esse ‘caminho digital’ é uma trilha a ser seguida por todas as empresas. “É preciso ficar de olho nas mudanças e se adaptar para sobreviver.”

 (Foto: Jornal A Tribuna)

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