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APOSENTADORIAS

Teto das aposentadorias deve subir para até R$ 7.088 a partir do dia 25

A alta da inflação no País deve fazer com que o valor do teto do pagamento a aposentados também suba

Aplicativo Meu INSS: aumento final dos benefícios da Previdência Social só será conhecido na próxima terça (11)

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A alta da inflação no País deve fazer com que o valor do teto do pagamento a aposentados também suba, com previsão de chegar aos R$ 7 mil a partir do próximo dia 25, quando o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) começa a depositar o benefício. 

A nova previsão do governo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é de aumento em 10%. Assim, o teto do INSS deve passar a valer R$ 7.088.

O benefício com reajuste começa a ser pago no dia 25 de janeiro, conforme calendário divulgado pelo órgão. 

Quem ganha um salário mínimo recebe primeiro, entre 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Já quem tem valor maior de benefício terá o pagamento com reajuste entre 1º e 7 de fevereiro, conforme o número final do cartão, sem o dígito verificador.

Já o salário mínimo, que é o piso dos benefícios pagos pelo instituto, saiu dos R$ 1.100 e passa a valer R$ 1.212 este ano.

A estimativa de inflação é usada pelo governo federal para planejar as despesas de 2022 e tem como base o movimento de alta dos preços no País durante o ano.

De janeiro a novembro de 2021, o INPC, usado para reajustar salários e aposentadorias, está em 9,36%. O aumento final dos benefícios, porém, só será conhecido na próxima terça-feira,  quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar a inflação oficial do ano.

Além de incidir sobre os benefícios da Previdência, a inflação anual também é base para o pagamento de outras despesas, como o abono salarial do PIS/Pasep, o seguro-desemprego e os benefícios assistenciais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago pelo INSS a idosos a partir de 65 anos e deficientes em situação de vulnerabilidade.

Na revisão orçamentária enviada ao Congresso, o governo diz que é preciso mais verba para custear despesas, uma vez que a inflação, que estava em 6,2% em agosto, saltou para 10% já em setembro de 2021.

O aumento, segundo o governo, “impacta diretamente a correção legal e constitucional das despesas com benefícios previdenciários do regime geral (RGPS), seguro-desemprego, abono salarial, Benefícios de Prestação Continuada da Lei Orgânica de Assistência Social e renda mensal vitalícia”.

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