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CRIMES VIRTUAIS

Vírus rouba dados de cartão e até perfis em redes sociais

O Nullmixer é capaz de roubar até moedas digitais. Ele é instalado com programas ou em sites piratas e é um dos mais nocivos do mundo

Aviso de vírus em celular: aplicativo malicioso dá ao criminoso controle pleno do aparelho e já fez 10 mil vítimas

Última atualização

Um novo vírus, chamado Nullmixer, capaz de roubar credenciais, endereço, dados de cartões de crédito, criptomoedas e até mesmo contas do Facebook e da Amazon, foi identificado circulando na internet.

 













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O malware é instalado a partir de sites piratas ou em download de programas não seguros e oficiais. Segundo o especialista em crimes cibernéticos e segurança digital Eduardo Pinheiro, este vírus é um dos mais nocivos do mundo. 

Pinheiro explica que o malware não age sozinho e por isso é tão perigoso. “Ele instala uma série de comandos e ameaças de uma vez, que podem assumir o controle total dos aparelhos digitais”, diz. 

O especialista alerta que, uma vez com o domínio no celular, o criminoso por trás do vírus tem acesso a todas as informações. “O objetivo é, na maioria das vezes, tirar proveito financeiro”, frisa.

O professor da Faculdade UCL João Paulo Chamon aponta que, em posse das informações bancárias e de cartão de crédito, o indivíduo por trás do vírus pode fazer movimentações, como sacar e transferir o dinheiro da vítima. 

“Esse tipo de golpe não é novo”, diz Chamon. O professor explica que o vírus pode se instalar nos celulares sem danificar os aparelhos e criar outros problemas. “Nem todo malware vai fazer um estrago, mas pode ser que sim”, comenta.

Os especialistas apontam que são três os cuidados principais para evitar que o vírus se instale. 

Programas e sites não oficiais e piratas podem ser a porta de entrada para os malwares. Ter atenção com links duvidosos também pode impedir o problema. E por último, é importante ter um programa antivírus eficiente.

Ataques

Segundo a Kaspersky, empresa de cibersegurança, 10 mil brasileiros já foram atacados pelo Nullmixer, número que representa mais de 20% das 47 mil detecções ao redor do mundo. 

O País sofreu 2,5 vezes mais ataques por esse malware que a Índia, segundo colocado.

Vítimas de crimes virtuais devem procurar a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e registrar a ocorrência. 

Em Vitória, a DRCC fica no bairro Bonfim, na avenida Marechal Campos, nº 1236. Pelo  número (27) 3137-2607 as vítimas também conseguem ajuda



Ordem é não baixar aplicativos piratas

O que é um malware e como o Nullmixer age

Malware é um termo utilizado para classificar qualquer programa malicioso, que tenha como intenção causar danos à estrutura (software) de aparelhos digitais.

 Esse sistema se infiltra nos celulares e computadores de forma ilícita para roubar dados e informações pessoais do usuário.

Segundo o especialista em segurança digital e crimes cibernéticos Eduardo Pinheiro, este tipo de programa lança uma série de ameaças e por isso é tão perigoso.

Ele aponta que o Nullmixer é um dos mais nocivos do mundo.  

Como evitar  o vírus 

 O professor da UCl João Paulo Chamon aponta que este tipo de malware costuma ficar em sites e programas duvidosos.

Não baixar programas piratas é a medida principal.

O professor explica que todo programa tem um custo. Quando algum serviço é oferecido de graça e não há informação online, é bom desconfiar.

Instalar um bom sistema antivírus é uma medida para evitar  o vírus, mas que também ajuda quando o malware já se instalou.

Não salvar informações pessoais e dados bancários também evita que os danos sejam grandes demais.

Ter atenção com links duvidosos também pode impedir o problema.

Dados nacionais

Segundo a Kaspersky, empresa de cibersegurança, 10 mil brasileiros já foram atacados pelo Nullmixer.

Como agir em casos de fraude e roubo

Vítimas de crimes virtuais devem procurar a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e registrar a ocorrência.  Em Vitória, ela fica no bairro Bonfim. 

Pelo  número (27) 3137-2607 as vítimas também conseguem ajuda.


Delegado alerta que barato pode sair caro e é preciso cautela

Breno Andrade,  delegado da Polícia Civil e titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), orienta  que é preciso cautela ao navegar na internet. 

 













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Ele comenta que a instituição trabalha com mecanismos de prevenção diárias e que a informação é a ferramenta fundamental para  evitar  fraudes que, no curso da ação, podem virar crime de estelionato. 

É importante utilizar programas antivírus e mantê-los atualizados. “Atenção com ofertas muito vantajosas: o barato pode sair caro”, alerta.

Não clicar em links suspeitos, como promoções, porque eles podem servir para invadir o computador e roubar  dados. Segundo a autoridade, “é bom verificar a veracidade dos sites”, afirma. 

O delegado acrescenta que as famílias devem acompanhar a utilização da internet por crianças e idosos. “Os pais devem saber quais são os sites que os filhos costumam acessar e, no caso dos idosos, os criminosos têm se aproveitado da fragilidade”, explica.

Vítimas devem procurar a polícia. Pela Delegacia Online (Deon), é possível registrar um  Boletim Eletrônico. Pelo  número (27) 3137-2607 as vítimas também conseguem ajuda.

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