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ELEIÇÕES 2026 ES

Idosa passa mal ao subir escadas após mudança de local para votar no Sul do ES

Idosa de 80 anos passou mal ao subir escadas após ter seção transferida para o segundo pavimento em Venda Nova do Imigrante, sem elevador funcionando.

Última atualização

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Uma idosa de 80 anos passou mal após precisar subir escadas para votar no Colégio Domingos Perim, em Venda Nova do Imigrante, na Região Serrana do Espírito Santo, neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026.

Segundo a filha dela, a jornalista e advogada Marcelle Altoé, de 47 anos, a seção eleitoral da mãe foi transferida para o segundo pavimento do prédio, e o elevador não estava funcionando no momento da votação.

Dificuldade para subir escadas e mal-estar

De acordo com Marcelle, a mãe, Elza Altoé Duarte, tem dificuldades de locomoção. A idosa precisou da ajuda do neto para subir as escadas e, ao chegar à seção eleitoral, teve que se sentar para se recuperar do esforço.

“Ela teve que subir às escadas com meu filho ajudando. Ela está com a perna inchada. Chegou à seção de votação e teve que sentar, porque estava passando mal”

Segundo Marcelle, a mãe votava anteriormente em uma seção localizada no primeiro pavimento, mas passou a votar em outra após realizar a biometria.

Elevador parado no segundo turno

A filha relatou que, no primeiro turno, o elevador funcionou normalmente. Já neste domingo, foi informada por um voluntário de que o equipamento estava com a porta travada e permaneceu sem funcionar durante todo o dia.

Ela contou ainda que, mesmo após votar, a mãe continuou sentindo ardência nas pernas e nos pés e precisou aguardar sentada antes de conseguir deixar o local.

Questionamentos sobre acessibilidade ao voto

Marcelle questionou a falta de uma alternativa para garantir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ao local de votação. Segundo ela, a situação poderia ter impedido outros eleitores de exercer o direito ao voto.

“Imagina quantos idosos ou até pessoas que não são idosas, mas que têm dificuldade de se locomover, deixaram de votar por conta disso”

Para a jornalista e advogada, a responsabilidade de garantir condições de acessibilidade não deve recair sobre os eleitores.

“Ela nem é obrigada a votar, foi lá exercer a cidadania dela e não tem o mínimo por erro da Justiça Eleitoral. Isso é um absurdo”



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