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Ex de Luiza Brunet será julgado por agressão nesta terça-feira em São Paulo

Luiza Brunet afirma ter sido agredida por companheiro. Foto: Divulgação O empresário Lírio Parisotto será julgado nesta terça-feira em São Paulo pela ...

Ex de Luiza Brunet será julgado por agressão nesta terça-feira em São Paulo
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Luiza Brunet mostra foto em que aparece com hematomas Luiza Brunet afirma ter sido agredida por companheiro. Foto: Divulgação

O empresário Lírio Parisotto será julgado nesta terça-feira em São Paulo pela acusação de agredir a atriz Luiza Brunet, sua ex-companheira. A audiência de instrução, debates e julgamento está marcada para acontecer a partir das 13h30, no Fórum Criminal da Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista.

Na audiência, a juíza titular da Vara de Violência Doméstica e Familiar de São Paulo, Elaine Cristina Monteiro Cavalcante, deve ouvir Luiza, Parisotto, testemunhas de defesa e acusação e decidir pela condenação ou absolvição. Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, a modelo diz que “aguarda pacientemente a sessão, quando os fatos serão esclarecidos”.

Parisotto virou réu por crime de lesão corporal em julho deste ano. Segundo a atriz relatou ao Ministério Público, o então companheiro lhe deu um soco no olho e chutes que quebraram quatro de suas costelas durante uma viagem do casal a Nova York, em maio deste ano.

A denúncia também engloba uma outra agressão quando o empresário teria quebrado um dedo de Luiza no fim do ano passado. As lesões foram classificadas como leve e grave, respectivamente.

Os crimes de lesão corporal de natureza leve no contexto da violência doméstica podem ter penas de três meses a três anos de detenção; já em caso de lesão de natureza grave, as penas variam de 1 a 5 anos de prisão.

Em julho, quando prestou depoimento ao Ministério Público, o empresário alegou que as agressões teriam inicialmente partido da modelo e que ele apenas se defendeu. “O que ocorreu em Nova York foi o que aconteceu mais de dez vezes no relacionamento deles. Por algum motivo banal, ela perde a calma, se descontrola e o agride. É óbvio que, quando a pessoa vai agredir, morder, a outra a contém. Isso ele assume que fez. E não tem por que não assumir”, disse o advogado dele Celso Vilardi naquela ocasião.

No processo, a defesa de Parisotto também alega que não há fundamento para aplicação da Lei Maria da Penha, que endureceria a pena em caso de condenação porque, além da relação afetiva, não há elementos de vulnerabilidade da atriz por dependência financeira que justifique uma proteção especial.

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