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Papagaio pode ser usado como testemunha em julgamento de assassinato

Um papagaio pode se tornar testemunha em um julgamento de assassinato nos Estados Unidos. Glenna Duram, de 48 anos, é acusada de matar seu marido, ...

Papagaio pode ser usado como testemunha em julgamento de assassinato
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Um papagaio pode se tornar testemunha em um julgamento de assassinato nos Estados Unidos. Glenna Duram, de 48 anos, é acusada de matar seu marido, Martin Duram, em 2015. A família da vítima acredita que Bud, o papagaio de estimação do casal, testemunhou o assassinato e pode reproduzir a discussão que antecedeu o crime.

A polícia de Sand Lake, no Michigan encontrou Martin, de 45 anos, morto com cinco tiros em sua própria casa. Sua esposa, Glenna estava deitada ao seu lado, com um ferimento de bala na cabeça, mas ainda viva.

Justiça dos EUA vai decidir se papagaio será usado como evidência em julgamento. Foto: Fox/Divulgação Justiça dos EUA vai decidir se papagaio será usado como evidência em julgamento. Foto: Fox/Divulgação

O casal estava passado por problemas financeiros envolvendo jogos de azar e, por isso, a polícia suspeita que Glenna tenha matado o marido e tentado suicídio em seguida. Oficiais encontraram mensagens de despedidas espalhadas pela casa. Em depoimento, e mulher negou ter escrito os bilhetes, mesmo que sua caligrafia combine com o manuscrito.

O papagaio do casal pode ser a testemunha-chave do crime. Segundo os familiares de Martin, Bud reproduz duas vozes diferentes, uma feminina e outra masculina, em um diálogo que teria ocorrido momentos antes do assassinato.

“Saia daqui”, diz o pássaro imitando a voz de Martin em um vídeo gravado pela família algumas semanas depois do crime. “Para onde eu vou?”, reproduz Bud, com voz feminina.

O animal fica repetindo a frase “não atira, p***”, que eles acreditam ter sido as últimas palavras de Martin antes de ser atingido por Glenna. “Eu pessoalmente acho que ele estava lá e se lembra do que aconteceu”, afirmou o pai da vítima.

“Esse pássaro percebe tudo e qualquer coisa e tem a boca mais suja por aqui”, afirmou a mãe da vítima, Lilian Duram, à emissora WOOD TV. Os parentes de Martin agora querem que o diálogo reproduzido por Bud seja considerado evidência no julgamento de Glenna.

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