Desde o início da temporada, a médica paulistana Thelma, 35 anos, não se intimidou com a participação de personalidades já conhecidas pelo público do outro lado do muro. A campeã desta edição do “Big Brother Brasil” manteve seu posicionamento forte diante dos obstáculos do jogo e foi fiel àquilo que acreditava. Nessa entrevista, ela abre o jogo sobre o reality.

Thelma Eu acho que a minha história de superação pode ter inspirado algumas pessoas, que honraram a minha trajetória e me ajudaram a ganhar. Acredito que a minha coerência dentro do jogo e o fato de não ter passado por cima daquilo que eu acredito também foram pontos.
Você esperava vencer?
Eu nunca deixei de acreditar em mim. Um exemplo disso foi a minha roupa da final. Eu a coloquei na minha mala e falei que eu só iria usar o vestido se eu chegasse à decisão. Nunca desanimei.
Como avalia sua trajetória?
Eu acho que cada jogador adota sua estratégia e a minha foi observar. Eu quis primeiro analisar para fazer a minha leitura de cada pessoa que estava no jogo e, com isso, fazer as minhas escolhas. Foi uma trajetória de altos e baixos.
O que mudou na Thelma que entrou no “BBB” para a que saiu?
Eu considero o ‘BBB’ uma experiência de vida. É um lugar onde a gente percebe as nossas fragilidades, o quanto a gente pode acertar, o quanto a gente pode errar.
Quais são seus planos?
Profissionalmente, eu estou ainda perdida. Estou bem assustada com essa situação do coronavírus. Mas depois eu devo retomar sim a minha carreira médica.
O que você pretende fazer com o prêmio de R$ 1,5 milhão?
Ainda não deu muito tempo de pensar. Eu acho que o mais inteligente agora é investir esse dinheiro, fazê-lo render.