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Válvula de escape visceral da Atrox Banda em novo EP

Duo capixaba amplia sonoridades no novo EP, que mistura stoner rock e grunge em cinco faixas inéditas

Válvula de escape visceral da Atrox Banda em novo EP
- Pedro Moscardi e Ruan Reis lançaram 5 faixas inéditas em inglês no EP
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Flávio Carvalho

Formado em Jornalismo pela Faesa, atua na Rede Tribuna desde 2012, onde começou como estagiário. Já integrou a equipe de produção de pautas para a editoria de Cidades, e há mais de 8 anos cobre cultura e celebridades no jornal. Na área de assessoria de comunicação, estagiou em instituições públicas e privadas. Também atendeu artistas capixabas e festas.

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Pedro Moscardi e Ruan Reis lançaram 5 faixas inéditas em inglês no EP
Pedro Moscardi e Ruan Reis lançaram 5 faixas inéditas em inglês no EP Foto: Divulgação

A identidade sonora, marcada pela união de contrabaixo e bateria, continua presente, mas ganha novas dimensões no 2º EP da Atrox Banda, duo formado por Pedro Moscardi e Ruan Reis.

Se o álbum homônimo anterior, de 2023, funcionou como um cartão de visitas, o novo projeto registra um momento em que a dupla se permite ser mais flexível musicalmente.

“No primeiro, a gente queria traduzir exatamente a energia e o suor do nosso show. Já no ‘Atrox II’, apesar de ter sido gravado de modo similar, trouxemos mais camadas e uma atmosfera mais densa. Houve adição de guitarras para dar mais profundidade ao som e mais contexto  às experimentações”, conta o vocalista e baixista Pedro ao AT2.

Os versos simples e diretos falam sobre sentimentos e situações que qualquer indivíduo pode enfrentar, como a ansiedade, a depressão, a morte e os nós na garganta.

“Mas a Atrox não é sobre se afundar nisso, é sobre expurgar. O som alto, pesado e visceral funciona como uma verdadeira válvula de escape”, salienta.

Assim como no primeiro trabalho, as composições estão em inglês. Ao todo, são cinco faixas inéditas que transitam entre o stoner rock e o grunge: “Drops”, “Give Up”, “Victim of My Life”, “Died” e “Without You”.

“Pra mim, a língua inglesa funciona quase como um instrumento percussivo a mais. O ritmo das palavras encaixa naturalmente com o peso do baixo e o pulso da bateria”.



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