Duas letras de diferença levaram pacientes que fazem tratamento contra o câncer a descobrir uma fraude nos remédios fornecidos por um plano de saúde. Enquanto na embalagem original o remédio se chama “sunitinibe malato”, a falsificada trazia a inscrição “sunitinib malate”.
Utilizado para tratar a doença já em estágio avançado, o medicamento custa em média R$ 20 mil, mas é fornecido pela rede pública e por planos de saúde.
Após perceber a alteração, uma paciente denunciou à operadora de planos de saúde que acionou a polícia.